Troika e sacrifícios fazem com que PSP dê atenção especial aos protestos
Por Luís Claro, publicado em 3 Out 2011 - 03:00 | Actualizado há 1 hora 47 minutos
Porta-voz da PSP garante que “não há sinais” de manifestações que envolvam violência

Os protestos arrancaram no primeiro dia de Outubro e este mês vai ficar marcado por várias acções contra as medidas de austeridade. As movimentações de rua inauguram uma nova fase na vida do governo liderado por Passos Coelho - que até agora tem sido poupado ao conflito social - e as autoridades estão atentas a um período especialmente sensível da vida nacional. O porta-voz da PSP, Paulo Flor, confirma ao i que “face à troika, às restrições e à realidade da Grécia é natural uma atenção especial para estes fenómenos sociais”, mas garante que “não há sinais de qualquer movimento de contestação social com violência” ou a existência de “grupos extremistas”. “Isso está posto de lado” acrescenta.
Por Luís Claro, publicado em 3 Out 2011 - 03:00 | Actualizado há 1 hora 47 minutos
Porta-voz da PSP garante que “não há sinais” de manifestações que envolvam violência

Os protestos arrancaram no primeiro dia de Outubro e este mês vai ficar marcado por várias acções contra as medidas de austeridade. As movimentações de rua inauguram uma nova fase na vida do governo liderado por Passos Coelho - que até agora tem sido poupado ao conflito social - e as autoridades estão atentas a um período especialmente sensível da vida nacional. O porta-voz da PSP, Paulo Flor, confirma ao i que “face à troika, às restrições e à realidade da Grécia é natural uma atenção especial para estes fenómenos sociais”, mas garante que “não há sinais de qualquer movimento de contestação social com violência” ou a existência de “grupos extremistas”. “Isso está posto de lado” acrescenta.
O ambiente de tensão social, numa altura em que as medidas de austeridade se vão intensificar, faz com que muitos– inclusive o governo e as autoridades– olhem com atenção para os casos da Grécia e de Londres. O sindicalista da UGT Nobre dos Santos alerta que é preciso “muito cuidado” e considera que “manifestações inorgânicas podem degenerar em violência”. “Há situações de carência grave, mesmo dentro da Administração Pública. Estas situações podem dar origem a episódios imprevisíveis”, diz o secretário-geral de um sindicato de trabalhadores da Função Pública.























