segunda-feira, 10 de outubro de 2011
15 de Outubro em Faro
fonte: Jornal do Algarve
Faro junta-se a protesto nacional contra precariedade marcado para sábado
Monday, October 10th, 2011 | Publicado por SCSFaro vai receber uma nova manifestação pela transparência política e pelo fim da precariedade de vida no próximo dia 15 de outubro. Este é um evento que vem juntar o Algarve ao protesto que está a ser preparado em todo o país para a mesma data, com os mesmos argumentos e que surge dentro do espírito que motivou o protesto da “Geração à Rasca” que se realizou no passado 15 de março.
Movimento apartidário apela aos partidos
fonte: TVI

«Estado de graça» do Governo preocupa indignados
Por: Catarina Pereira | 10- 10- 2011 12: 49
Por: Catarina Pereira | 10- 10- 2011 12: 49
Manifestações no próximo sábado em várias cidades por todo o mundo e oito portuguesas. Objectivo é «despertar» as pessoas. Políticos convidados a participar
A proposta partiu de Espanha e propagou-se um pouco por todo o mundo. No dia 15 de Outubro, este sábado, em mais de 40 países, os indignados vão sair à rua para exigir uma «mudança global». Por cá, Lisboa, Porto, Angra do Heroísmo, Braga, Coimbra, Évora, Faro e Santarém não vão faltar.
Sete meses depois da grande manifestação que juntou mais de 200 mil só na capital portuguesa, a «Geração à Rasca» tem agora uma «responsabilidade acrescida», mas teme um novo «factor de desmobilização».
A proposta partiu de Espanha e propagou-se um pouco por todo o mundo. No dia 15 de Outubro, este sábado, em mais de 40 países, os indignados vão sair à rua para exigir uma «mudança global». Por cá, Lisboa, Porto, Angra do Heroísmo, Braga, Coimbra, Évora, Faro e Santarém não vão faltar.
Sete meses depois da grande manifestação que juntou mais de 200 mil só na capital portuguesa, a «Geração à Rasca» tem agora uma «responsabilidade acrescida», mas teme um novo «factor de desmobilização».
15 de Outubro em Luanda
fonte: Club-k.net
Familiares dos presos políticos voltam a se manifestar
Segunda, 10 Outubro 2011 06:37
Luanda – Os familiares e vizinhos dos jovens detidos no “caso do 3 de Setembro”, anunciaram nova manifestação/marcha pacifica a ter lugar no próximo dia 15 de Outubro, no largo da Independência para exigir a libertação incondicional dos seus filhos que foram vitimas da violência da policia Nacional.
Juiz Cristiano André ignora recurso dos advogados
A indignação dos mesmos é em função do silencio do Juiz - Presidente do Tribunal Supremo, Cristiano André “em deixar ser pressionado pelo poder político para não retificar as lacunas do seu colega Juiz Adão Damião que não aceitou a conversão das penas em multas conforme estipula a legislação em Angola.”
Segunda, 10 Outubro 2011 06:37
Luanda – Os familiares e vizinhos dos jovens detidos no “caso do 3 de Setembro”, anunciaram nova manifestação/marcha pacifica a ter lugar no próximo dia 15 de Outubro, no largo da Independência para exigir a libertação incondicional dos seus filhos que foram vitimas da violência da policia Nacional.
Juiz Cristiano André ignora recurso dos advogados
A indignação dos mesmos é em função do silencio do Juiz - Presidente do Tribunal Supremo, Cristiano André “em deixar ser pressionado pelo poder político para não retificar as lacunas do seu colega Juiz Adão Damião que não aceitou a conversão das penas em multas conforme estipula a legislação em Angola.”
Esclarecimento M12M
Esclarecimento
Posted on 10 de Outubro de 2011 by movimento12m
O Movimento 12 de Marco vem por este meio esclarecer as notícias que circularam este fim-de- semana em vários meios de comunicação.
Em primeiro lugar, é preciso notar que a entrevista à Lusa (que depois foi replicada pelo Jornal de Notícias, entre outros) foi dada em nome do M12M, não envolvendo ou vinculando nenhuma das restantes organizações, grupos e associações que se encontram a organizar e a mobilizar para o Protesto Internacional do proximo dia 15 de Outubro. Salvaguarda-se deste modo a posição do movimento “Indignados”.
Posted on 10 de Outubro de 2011 by movimento12m
O Movimento 12 de Marco vem por este meio esclarecer as notícias que circularam este fim-de- semana em vários meios de comunicação.
Em primeiro lugar, é preciso notar que a entrevista à Lusa (que depois foi replicada pelo Jornal de Notícias, entre outros) foi dada em nome do M12M, não envolvendo ou vinculando nenhuma das restantes organizações, grupos e associações que se encontram a organizar e a mobilizar para o Protesto Internacional do proximo dia 15 de Outubro. Salvaguarda-se deste modo a posição do movimento “Indignados”.
Fraca divulgação mediática da manifestação de 15 de outubro

Porto: Batalha volta a receber manifestação
Publicado: 10.10.2011 | 09:42 (GMT) Por Soraia Barros
A "Democracia sai à rua!" em vários pontos do mundo, incluindo Portugal. "Transparência nas decisões políticas e fim da precariedade" são algumas das razões da manifestação de 15 de outubro, que no Porto decorre na Praça da Batalha, pelas 15h00.
No dia em que o governo discute o orçamento de Estado para 2012, a Geração à Rasca volta a dar nas vistas. Aos manifestantes de 12 de março juntam-se agora "pessoas que trabalham, precárias, desempregadas ou em vias de despedimento, estudantes, migrantes e reformados insatisfeitas com as condições de vida". A manifestação resulta da adesão à contestação internacional convocada pelos movimentos "Indignados" e "Real Democracia Já", de Espanha.
O movimento aspira a separar o poder político do poder económico, como se separou há séculos o religioso do político.
fonte: Público
Mobilização em todo o mundo marcada para sábado
Occupy Wall Street entra na quarta semana e não esmorece
09.10.2011 - 20:21 Por Nicolau Ferreira

Mobilização em todo o mundo marcada para sábado
Occupy Wall Street entra na quarta semana e não esmorece
09.10.2011 - 20:21 Por Nicolau Ferreira
Manifestação neste sábado em Nova Iorque (Jessica Rinaldi/Reuters)
O movimento Occupy Wall Street que começou em Nova Iorque entrou neste domingo na sua quarta semana de vida e não esmorece. Ao mesmo tempo que a revolta contra o capitalismo alastra a pelo menos 64 cidades norte-americanas, o movimento também toma conta do Facebook, do Twitter, numa auto-organização virtual sem líderes.
Na Europa, os indignados continuam acampados na capital da Bélgica. Tanto os jornais espanhóis El País como o El Mundo, davam conta neste domingo que a polícia de Bruxelas tinha libertado os 48 detidos na noite de sábado, 27 dos quais eram espanhóis.
O movimento Occupy Wall Street que começou em Nova Iorque entrou neste domingo na sua quarta semana de vida e não esmorece. Ao mesmo tempo que a revolta contra o capitalismo alastra a pelo menos 64 cidades norte-americanas, o movimento também toma conta do Facebook, do Twitter, numa auto-organização virtual sem líderes.
Na Europa, os indignados continuam acampados na capital da Bélgica. Tanto os jornais espanhóis El País como o El Mundo, davam conta neste domingo que a polícia de Bruxelas tinha libertado os 48 detidos na noite de sábado, 27 dos quais eram espanhóis.
domingo, 9 de outubro de 2011
Manifesto de Lisboa em espanhol
PROTESTA APARTIDARIA, LAICA Y PACÍFICA
- Por la Democracia participativa.
- Por la transparencia en las decisiones políticas.
- Por el fin de la vida precaria.
MANIFIESTO:
Somos 'generaciones en apuros', personas que trabajan, precarias, desempleadas o en vías de ser despedidas, estudiantes, inmigrantes y jubiladas, insatisfechas con nuestras condiciones de vida. Hoy salimos a la calle, en Europa y en el Mundo, de forma no violenta, para expresar nuestra indignación y protesta por el actual modelo de gobernación política, económica y social. Un modelo que no nos sirve, que nos oprime y no nos representa.
Assembleia popular discutirá auditoria
fonte: Esquerda.net - notícia corrigida a posteriori aqui. Ver esclarecimento.
Movimentos sociais reivindicam “auditoria cidadã” à dívida
ARTIGO | 8 OUTUBRO, 2011 - 16:07
ARTIGO | 8 OUTUBRO, 2011 - 16:07
Os movimentos que promovem a manifestação do próximo dia 15 de Outubro, que terá início pelas 15h no Marquês de Pombal, irão propor, na assembleia popular que se reunirá em frente ao parlamento após a iniciativa, uma “auditoria cidadã” à dívida.

Foto de Estela Silva/LUSA.
Foto de Estela Silva/LUSA.
Em entrevista à agência Lusa, Paula Gil, uma das fundadoras do Movimento 12 de Março sublinhou que "neste momento estamos a pagar algo que não sabemos de onde vem (...) nem a quem devemos", sendo que esta dívida tem vindo a justificar a criação de uma "situação insustentável, de agressão directa às pessoas, em que o Estado se comporta como se o seu primeiro objectivo fosse a protecção dos credores e dos mercados e não a protecção das pessoas". Nesse sentido, o Movimento 12 de Março considera primordial a promoção de uma “auditoria cidadã” à dívida.
Movimentos sociais reivindicam auditoria
fonte: Correio do Brasil
Movimentos sociais reivindicam “auditoria cidadã” à dívida
8/10/2011 9:44, Por Esquerda.net
Os movimentos que promovem a manifestação do próximo dia 15 de Outubro, que terá início pelas 15h no Marquês de Pombal, irão propor, na assembleia popular que se reunirá em frente ao parlamento após a iniciativa, uma “auditoria cidadã” à dívida.
Artigo |8 Outubro, 2011 – 16:07 Foto de Estela Silva/LUSA.
Em entrevista à agência Lusa, Paula Gil, uma das fundadoras do Movimento 12 de Março sublinhou que “neste momento estamos a pagar algo que não sabemos de onde vem (…) nem a quem devemos”, sendo que esta dívida tem vindo a justificar a criação de uma “situação insustentável, de agressão directa às pessoas, em que o Estado se comporta como se o seu primeiro objectivo fosse a protecção dos credores e dos mercados e não a protecção das pessoas”. Nesse sentido, o Movimento 12 de Março considera primordial a promoção de uma “auditoria cidadã” à dívida.
Movimentos sociais reivindicam “auditoria cidadã” à dívida
8/10/2011 9:44, Por Esquerda.net
Os movimentos que promovem a manifestação do próximo dia 15 de Outubro, que terá início pelas 15h no Marquês de Pombal, irão propor, na assembleia popular que se reunirá em frente ao parlamento após a iniciativa, uma “auditoria cidadã” à dívida.
Artigo |8 Outubro, 2011 – 16:07 Foto de Estela Silva/LUSA.
Em entrevista à agência Lusa, Paula Gil, uma das fundadoras do Movimento 12 de Março sublinhou que “neste momento estamos a pagar algo que não sabemos de onde vem (…) nem a quem devemos”, sendo que esta dívida tem vindo a justificar a criação de uma “situação insustentável, de agressão directa às pessoas, em que o Estado se comporta como se o seu primeiro objectivo fosse a protecção dos credores e dos mercados e não a protecção das pessoas”. Nesse sentido, o Movimento 12 de Março considera primordial a promoção de uma “auditoria cidadã” à dívida.
Sabias que...?
Artigo 89.º
Participação dos trabalhadores na gestão
Nas unidades de produção do sector público é assegurada uma participação efectiva dos trabalhadores na respectiva gestão.
http://www.parlamento.pt/Legislacao/Paginas/ConstituicaoRepublicaPortuguesa.aspx#art89
DEFENDE OS TEUS DIREITOS. Dia 15 sai à rua!
sábado, 8 de outubro de 2011
Itália: estudantes na rua
fonte: Terra.com.br
Estudantes italianos protestam contra cortes na educação
07 de outubro de 2011 • 12h45 • atualizado às 13h06

Estudantes italianos marcham durante uma manifestação contra os cortes de gastos com educação nesta sexta-feira. Foto: AFP
Os estudantes italianos promoveram cerca de 90 passeatas em todo o país para protestar contra a situação das instituições de ensino e cortes de investimentos no setor. As informações são da Agência Ansa.
A União dos Estudantes divulgou uma nota ressaltando que "40% das escolas não possuem certificação de idoneidade escolástica, 47% dos jovens não têm trabalho registrado, 29% estão desempregados e o governo cortou os recursos para as bolsas de estudo de 94,75%". "Estamos nas ruas para reafirmar a nossa contrariedade a uma política de cortes contínuos contra a formação, de reformas impostas de cima para baixo", criticou a entidade.
Estudantes italianos protestam contra cortes na educação
07 de outubro de 2011 • 12h45 • atualizado às 13h06
Estudantes italianos marcham durante uma manifestação contra os cortes de gastos com educação nesta sexta-feira. Foto: AFP
Os estudantes italianos promoveram cerca de 90 passeatas em todo o país para protestar contra a situação das instituições de ensino e cortes de investimentos no setor. As informações são da Agência Ansa.
A União dos Estudantes divulgou uma nota ressaltando que "40% das escolas não possuem certificação de idoneidade escolástica, 47% dos jovens não têm trabalho registrado, 29% estão desempregados e o governo cortou os recursos para as bolsas de estudo de 94,75%". "Estamos nas ruas para reafirmar a nossa contrariedade a uma política de cortes contínuos contra a formação, de reformas impostas de cima para baixo", criticou a entidade.
Entrevista
fonte: Esquerda.net
Democracia e novos movimentos sociais
ARTIGO | 9 OUTUBRO, 2011 - 00:20
Uma das fundadoras do Movimento 12 de Março, Paula Gil, falou ao esquerda.net sobre os desafios que os movimentos sociais enfrentam neste momento de retrocesso civilizacional, de crise económica e social, e referiu quais os objectivos que presidem à manifestação marcada para o próximo dia 15 de Outubro, e que terá início pelas 15h, no Marquês de Pombal.

Entrevista com Paula Gil, uma das fundadoras do Movimento 12 de Março.
O que é que nos revelam momentos de intensa mobilização social como o 12 de Março?
Veio revelar que, de facto, há uma indignação latente na sociedade de pessoas que não se revêem nas políticas adoptadas, que não as têm em conta, que não são centradas no seu bem-estar e qualidade de vida, e que são submissas a todo um lóbi económico que controla as democracias. E, nesse sentido, a mobilização das pessoas contra este ataque, contra esta emergência social latente que está a ser aplicada de forma injusta aos mais vulneráveis na nossa sociedade é muito importante. É importante que as pessoas saiam à rua, que protestem, que contestem todas estas alterações, que façam valer os direitos consagrados na nossa constituição, nomeadamente os direitos de manifestação, os direitos de liberdade de expressão, e que, dessa forma, possam fazer a pressão necessária para alterar as políticas adoptadas, as políticas de austeridade que têm vindo a ser implementadas e que nos afectam diariamente e não nos deixam sobreviver neste momento.
Quais são os próximos grandes desafios para os movimentos sociais no momento actual de retrocesso civilizacional, de crise económica e social?
Democracia e novos movimentos sociais
ARTIGO | 9 OUTUBRO, 2011 - 00:20
Uma das fundadoras do Movimento 12 de Março, Paula Gil, falou ao esquerda.net sobre os desafios que os movimentos sociais enfrentam neste momento de retrocesso civilizacional, de crise económica e social, e referiu quais os objectivos que presidem à manifestação marcada para o próximo dia 15 de Outubro, e que terá início pelas 15h, no Marquês de Pombal.
Entrevista com Paula Gil, uma das fundadoras do Movimento 12 de Março.
O que é que nos revelam momentos de intensa mobilização social como o 12 de Março?
Veio revelar que, de facto, há uma indignação latente na sociedade de pessoas que não se revêem nas políticas adoptadas, que não as têm em conta, que não são centradas no seu bem-estar e qualidade de vida, e que são submissas a todo um lóbi económico que controla as democracias. E, nesse sentido, a mobilização das pessoas contra este ataque, contra esta emergência social latente que está a ser aplicada de forma injusta aos mais vulneráveis na nossa sociedade é muito importante. É importante que as pessoas saiam à rua, que protestem, que contestem todas estas alterações, que façam valer os direitos consagrados na nossa constituição, nomeadamente os direitos de manifestação, os direitos de liberdade de expressão, e que, dessa forma, possam fazer a pressão necessária para alterar as políticas adoptadas, as políticas de austeridade que têm vindo a ser implementadas e que nos afectam diariamente e não nos deixam sobreviver neste momento.
Quais são os próximos grandes desafios para os movimentos sociais no momento actual de retrocesso civilizacional, de crise económica e social?
M12M protagoniza o 15 de Outubro
fonte: Correio do Brasil
Democracia e novos movimentos sociais
7/10/2011 19:07, Por Esquerda.net
Uma das fundadoras do Movimento 12 de Março, Paula Gil, falou ao esquerda.net sobre os desafios que os movimentos sociais enfrentam neste momento de retrocesso civilizacional, de crise económica e social, e referiu quais os objectivos que presidem à manifestação marcada para o próximo dia 15 de Outubro, e que terá início pelas 15h, no Marquês de Pombal.Artigo |9 Outubro, 2011 – 00:20
Democracia e novos movimentos sociais
7/10/2011 19:07, Por Esquerda.net
Uma das fundadoras do Movimento 12 de Março, Paula Gil, falou ao esquerda.net sobre os desafios que os movimentos sociais enfrentam neste momento de retrocesso civilizacional, de crise económica e social, e referiu quais os objectivos que presidem à manifestação marcada para o próximo dia 15 de Outubro, e que terá início pelas 15h, no Marquês de Pombal.Artigo |9 Outubro, 2011 – 00:20
Entrevista com Paula Gil, uma das fundadoras do Movimento 12 de Março.
O que é que nos revelam momentos de intensa mobilização social como o 12 de Março?
Veio revelar que, de facto, há uma indignação latente na sociedade de pessoas que não se revêem nas políticas adoptadas, que não as têm em conta, que não são centradas no seu bem-estar e qualidade de vida, e que são submissas a todo um lóbi económico que controla as democracias. E, nesse sentido, a mobilização das pessoas contra este ataque, contra esta emergência social latente que está a ser aplicada de forma injusta aos mais vulneráveis na nossa sociedade é muito importante. É importante que as pessoas saiam à rua, que protestem, que contestem todas estas alterações, que façam valer os direitos consagrados na nossa constituição, nomeadamente os direitos de manifestação, os direitos de liberdade de expressão, e que, dessa forma, possam fazer a pressão necessária para alterar as políticas adoptadas, as políticas de austeridade que têm vindo a ser implementadas e que nos afectam diariamente e não nos deixam sobreviver neste momento.
Quais são os próximos grandes desafios para os movimentos sociais no momento actual de retrocesso civilizacional, de crise económica e social?
Existe uma grande necessidade de mobilização. Essa mobilização é muito difícil tendo em conta o discurso hegemónico que está a ser passado e que apela à inevitabilidade, à necessidade de as pessoas se submeterem a este ataque, a esta agressão externa que estamos a sofrer neste momento, e a necessidade do “respeitinho”, a ideia de que um bom cidadão é um cidadão que respeita, é um cidadão que cumpre, é um cidadão que só tem deveres e que, portanto, a sua participação é feita através da submissão a uma situação que nos oprime e que não nos permite continuar a viver diariamente com qualidade de vida. Estes direitos, que temos vindo a perder continuadamente, que vêm de lutas anteriores, de gerações anteriores, que lutaram pelo direito ao trabalho e por um trabalho com direitos, que lutaram por uma democracia na qual as pessoas vejam a sua voz representada, estão neste momento a ser retirados mediante a apresentação de medidas que não debatidas, que não são explicadas e que não protegem as pessoas, que é o fim último de um Estado, a protecção, o guarda-chuva de protecção, que este cria em torno das pessoas, centrando as suas políticas nas pessoas e ao serviço das pessoas, o que não se verifica em Portugal e em muitos outros países da Europa neste momento.
Considera que a precariedade social e laboral atinge exclusivamente os mais jovens?
O ataque é brutal e é dirigido a todas as pessoas. Não há uma diferença geracional. É necessário a mobilização de todos. Esta questão é muito importante, porque uma das grandes críticas que nos têm sido feitas é que há uma luta dos jovens para ganhar direitos que os mais velhos têm, que os mais jovens querem sair da precariedade roubando direitos aos mais velhos. Isso não é verdade. A precariedade faz parte de uma história comum, de uma luta comum, que é desenvolvida desde, pelo menos, do século XVIII, e que é um referente sociocultural para todos nós. E, por isso, é importante que todos nós juntos saiamos à rua e demonstremos que, não só os jovens são precários como os reformados estão numa situação terrível de sobrevivência, com as reformas a serem reduzidas ou mantidas sem se ter em conta a inflação e o preço de vida neste momento, que existe também a tendência para nos roubarem direitos sociais e políticos, o que se denota na abstenção, que tem vindo a crescer continuamente. As pessoas não votam não porque não acreditam no sistema partidário, ou porque não acreditam no sistema democrático, mas sim porque não o percebem, o discurso não é feito para as pessoas mas sim para especialistas e isso tira o debate à sociedade civil e retira a representatividade. Nós queremos uma democracia participativa, todos nós, sejamos novos ou mais velhos, porque somos nós, pessoas comuns que convivemos directamente com estas políticas que nos apresentam, que sabemos como podemos viver e sobreviver todos os dias com 475 euros.
Quais serão as iniciativas do movimento social português mais importantes num futuro próximo?
No dia 15 de Outubro há uma nova mobilização, desta vez no facebook, que estamos a tentar que junte o maior número de pessoas, por uma democracia mais participativa, por maior transparência e por direitos dignos e justos no trabalho. Neste sentido, é importante que estas mobilizações tenham o maior número de pessoas possível, de idades diferentes. Nós vamos sair novamente pacificamente para as ruas, queremos demonstrar que a nossa democracia, com os instrumentos que põe à nossa disposição, nos permite a pressão social necessária para que os nossos direitos sejam salvaguardados. É essencial que exista essa coesão social porque o ataque é directo às maiorias vulneráveis que existem no nosso país neste momento e que se encontram numa situação de vida insustentável, numa precariedade de vida que já não engloba só o emprego e que não é inevitável.
O que é que nos revelam momentos de intensa mobilização social como o 12 de Março?
Veio revelar que, de facto, há uma indignação latente na sociedade de pessoas que não se revêem nas políticas adoptadas, que não as têm em conta, que não são centradas no seu bem-estar e qualidade de vida, e que são submissas a todo um lóbi económico que controla as democracias. E, nesse sentido, a mobilização das pessoas contra este ataque, contra esta emergência social latente que está a ser aplicada de forma injusta aos mais vulneráveis na nossa sociedade é muito importante. É importante que as pessoas saiam à rua, que protestem, que contestem todas estas alterações, que façam valer os direitos consagrados na nossa constituição, nomeadamente os direitos de manifestação, os direitos de liberdade de expressão, e que, dessa forma, possam fazer a pressão necessária para alterar as políticas adoptadas, as políticas de austeridade que têm vindo a ser implementadas e que nos afectam diariamente e não nos deixam sobreviver neste momento.
Quais são os próximos grandes desafios para os movimentos sociais no momento actual de retrocesso civilizacional, de crise económica e social?
Existe uma grande necessidade de mobilização. Essa mobilização é muito difícil tendo em conta o discurso hegemónico que está a ser passado e que apela à inevitabilidade, à necessidade de as pessoas se submeterem a este ataque, a esta agressão externa que estamos a sofrer neste momento, e a necessidade do “respeitinho”, a ideia de que um bom cidadão é um cidadão que respeita, é um cidadão que cumpre, é um cidadão que só tem deveres e que, portanto, a sua participação é feita através da submissão a uma situação que nos oprime e que não nos permite continuar a viver diariamente com qualidade de vida. Estes direitos, que temos vindo a perder continuadamente, que vêm de lutas anteriores, de gerações anteriores, que lutaram pelo direito ao trabalho e por um trabalho com direitos, que lutaram por uma democracia na qual as pessoas vejam a sua voz representada, estão neste momento a ser retirados mediante a apresentação de medidas que não debatidas, que não são explicadas e que não protegem as pessoas, que é o fim último de um Estado, a protecção, o guarda-chuva de protecção, que este cria em torno das pessoas, centrando as suas políticas nas pessoas e ao serviço das pessoas, o que não se verifica em Portugal e em muitos outros países da Europa neste momento.
Considera que a precariedade social e laboral atinge exclusivamente os mais jovens?
O ataque é brutal e é dirigido a todas as pessoas. Não há uma diferença geracional. É necessário a mobilização de todos. Esta questão é muito importante, porque uma das grandes críticas que nos têm sido feitas é que há uma luta dos jovens para ganhar direitos que os mais velhos têm, que os mais jovens querem sair da precariedade roubando direitos aos mais velhos. Isso não é verdade. A precariedade faz parte de uma história comum, de uma luta comum, que é desenvolvida desde, pelo menos, do século XVIII, e que é um referente sociocultural para todos nós. E, por isso, é importante que todos nós juntos saiamos à rua e demonstremos que, não só os jovens são precários como os reformados estão numa situação terrível de sobrevivência, com as reformas a serem reduzidas ou mantidas sem se ter em conta a inflação e o preço de vida neste momento, que existe também a tendência para nos roubarem direitos sociais e políticos, o que se denota na abstenção, que tem vindo a crescer continuamente. As pessoas não votam não porque não acreditam no sistema partidário, ou porque não acreditam no sistema democrático, mas sim porque não o percebem, o discurso não é feito para as pessoas mas sim para especialistas e isso tira o debate à sociedade civil e retira a representatividade. Nós queremos uma democracia participativa, todos nós, sejamos novos ou mais velhos, porque somos nós, pessoas comuns que convivemos directamente com estas políticas que nos apresentam, que sabemos como podemos viver e sobreviver todos os dias com 475 euros.
Quais serão as iniciativas do movimento social português mais importantes num futuro próximo?
No dia 15 de Outubro há uma nova mobilização, desta vez no facebook, que estamos a tentar que junte o maior número de pessoas, por uma democracia mais participativa, por maior transparência e por direitos dignos e justos no trabalho. Neste sentido, é importante que estas mobilizações tenham o maior número de pessoas possível, de idades diferentes. Nós vamos sair novamente pacificamente para as ruas, queremos demonstrar que a nossa democracia, com os instrumentos que põe à nossa disposição, nos permite a pressão social necessária para que os nossos direitos sejam salvaguardados. É essencial que exista essa coesão social porque o ataque é directo às maiorias vulneráveis que existem no nosso país neste momento e que se encontram numa situação de vida insustentável, numa precariedade de vida que já não engloba só o emprego e que não é inevitável.
M12M apela aos partidos para aderirem ao "protesto apartidário" de 15 de Outubro
fonte: RTP
INDIGNADOS VOLTAM À RUA
"Venham todos, porque estamos todos a ser atacados"
Mário Cruz, Lusa, publicado 10:12 - 08 outubro '11
INDIGNADOS VOLTAM À RUA
"Venham todos, porque estamos todos a ser atacados"
Mário Cruz, Lusa, publicado 10:12 - 08 outubro '11
João Labrincha e Paula Gil, iniciadores do movimento conhecido como "Geração à Rasca"
Os promotores da manifestação de 12 de março, que ficou conhecida como a da "Geração à rasca", convocam agora uma nova jornada de luta, para o próximo dia 15 de outubro. Sublinham que a iniciativa parte de movimentos sociais, mas que é esperada a adesão de partidos e sindicatos.
Paula Gil, integrante do Movimento Doze de Março (M12M), uma das 30 organizações convocantes da manifestação, declarou à Agência Lusa a sua convicção de que é necessária uma auditoira da dívida porque "neste momento estamos a pagar algo que não sabemos de onde vem (...) nem a quem devemos".
Os promotores da manifestação de 12 de março, que ficou conhecida como a da "Geração à rasca", convocam agora uma nova jornada de luta, para o próximo dia 15 de outubro. Sublinham que a iniciativa parte de movimentos sociais, mas que é esperada a adesão de partidos e sindicatos.
Paula Gil, integrante do Movimento Doze de Março (M12M), uma das 30 organizações convocantes da manifestação, declarou à Agência Lusa a sua convicção de que é necessária uma auditoira da dívida porque "neste momento estamos a pagar algo que não sabemos de onde vem (...) nem a quem devemos".
Indignação global
fonte: Globo.com
'Indignados' espanhóis marcam protesto mundial para 15 de outubro
Da AFP 07/10/2011 10h18 - Atualizado em 07/10/2011 10h44
Mapa mostra onde devem ocorrer protestos pelo mundo.
Movimento "Ocupem Wall Street", em Nova Iorque, participa.
Os "indignados" espanhois, os primeiros a lançar o movimento de protesto contra governo e os mercados financeiros em maio, convocaram manifestações para 15 de outubro em toda a Espanha e esperam ser o epicentro de uma mobilização maior organizada em todo o mundo.
Sob o nome "United for #globalchange", um site apresenta o mapa das mais de 400 mobilizações previstas para 15 de outubro em pelo menos 45 países.
Sabias que...?
Artigo 54.º
Comissões de trabalhadores
1. É direito dos trabalhadores criarem comissões de trabalhadores para defesa dos seus interesses e intervenção democrática na vida da empresa.
2. Os trabalhadores deliberam a constituição, aprovam os estatutos e elegem, por voto directo e secreto, os membros das comissões de trabalhadores.
3. Podem ser criadas comissões coordenadoras para melhor intervenção na reestruturação económica e por forma a garantir os interesses dos trabalhadores.
4. Os membros das comissões gozam da protecção legal reconhecida aos delegados sindicais.
5. Constituem direitos das comissões de trabalhadores:
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Sindicatos juntam-se ao protesto Occupy Wall Street
http://pt.euronews.net/ O protesto em Wall Street contra a cobiça e o corporativismo nas finanças dos Estados Unidos ganhou maior expressão com o apoio oficial de vários sindicatos. Em Nova Iorque na quarta-feira a polícia foi obrigada a montar um importante dispositivo para conter a manifestação que contou com pelo menos 5 mil pessoas. Houve 3 dezenas de detenções. Mas a contestação que já dura há quase três semanas não esmorece.
O ar dos tempos: contra a violência verbal
fonte: SIC
Indignados/Portugal: Página da manifestação no Facebook vigiada para impedir comentários violentos
LUSA, 06.10.2011 17:36
Lisboa, 06 out (Lusa) -- Os promotores da manifestação de dia 15 em Lisboa e noutras cidades do país estão permanentemente atentos à página que promove o protesto na rede social Facebook para impedir comentários "violentos", disse hoje uma porta-voz dos organizadores.
O ar dos tempos: das virtudes da boa censura no facebook
fonte: TVI
«15 de Outubro a Democracia sai à rua!»
Indignados portugueses não querem violência na manifestação e «controlam» o Facebook
Por: tvi24 / PP | 6- 10- 2011 18: 49
Os promotores da manifestação de dia 15 em Lisboa e noutras cidades do país estão permanentemente atentos à página que promove o protesto na rede social Facebook para impedir comentários «violentos», disse esta quinta-feira uma porta-voz dos organizadores.
«Há um acompanhamento constante», disse Paula Gil à Lusa, justificando a monitorização 24 horas por dia com o facto de «não se aceitarem [na página] comentários de âmbito xenófobo ou que violem de qualquer outro modo os direitos das pessoas».
«15 de Outubro a Democracia sai à rua!»
Indignados portugueses não querem violência na manifestação e «controlam» o Facebook
Por: tvi24 / PP | 6- 10- 2011 18: 49
Os promotores da manifestação de dia 15 em Lisboa e noutras cidades do país estão permanentemente atentos à página que promove o protesto na rede social Facebook para impedir comentários «violentos», disse esta quinta-feira uma porta-voz dos organizadores.
«Há um acompanhamento constante», disse Paula Gil à Lusa, justificando a monitorização 24 horas por dia com o facto de «não se aceitarem [na página] comentários de âmbito xenófobo ou que violem de qualquer outro modo os direitos das pessoas».
Sabias que...?
Artigo 59.º
Direitos dos trabalhadores
1. Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, têm direito:
a) À retribuição do trabalho, segundo a quantidade, natureza e qualidade, observando-se o princípio de que para trabalho igual salário igual, de forma a garantir uma existência condigna;
b) A organização do trabalho em condições socialmente dignificantes, de forma a facultar a realização pessoal e a permitir a conciliação da actividade profissional com a vida familiar;
O ar dos tempos: o que é vigiado é bom
fonte: Correio da Manhã
Manifestação será em vários pontos do país
Página da manifestação do dia 15 do Facebook vigiada
18h41
Os promotores da manifestação do dia 15 em Lisboa e noutras cidades do país estão em permanência a prestar atenção à página de promoção da rede social do Facebook para impedir comentários “violentos”, segundo o anunciado nesta quinta-feira por uma porta-voz dos organizadores, Paula Gil.
"Há um acompanhamento constante", disse Paula Gil, justificando a supervisão 24 horas por dia com o facto de "não se aceitarem [na página] comentários de âmbito xenófobo ou que violem de qualquer outro modo os direitos das pessoas". Comentários alusivos à violência são também apagados pelos administradores da conta.
Manifestação será em vários pontos do país
Página da manifestação do dia 15 do Facebook vigiada
18h41
Os promotores da manifestação do dia 15 em Lisboa e noutras cidades do país estão em permanência a prestar atenção à página de promoção da rede social do Facebook para impedir comentários “violentos”, segundo o anunciado nesta quinta-feira por uma porta-voz dos organizadores, Paula Gil.
"Há um acompanhamento constante", disse Paula Gil, justificando a supervisão 24 horas por dia com o facto de "não se aceitarem [na página] comentários de âmbito xenófobo ou que violem de qualquer outro modo os direitos das pessoas". Comentários alusivos à violência são também apagados pelos administradores da conta.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Ocupemos todas as praças do mundo!
Nós, cidadãos da Puerta del Sol e da Praça Syntagma,
manifestamos a nossa indignação e convidamos todos os indignados a
juntarem-se em todas as praças
Dos EUA a Bruxelas, da Grécia à Bolívia, da Espanha à Tunísia, a crise do capitalismo acentua-se. E são os seus causadores que nos impõem as receitas para superá-la. Essas receitas são: transferir fundos públicos para entidades financeiras privadas, fazendo pagar a factura às populações com planos de ajuste que em vez de nos tirarem da crise, ainda nos afundam mais nela.
Na UE, os ataques dos mercados financeiros contra as dívidas soberanas chantageiam governos covardes e sequestram parlamentos que adoptam medidas injustas à custa dos seus povos. As instituições europeias, longe de tomarem firmes decisões políticas contra os ataques dos mercados financeiros, alinham com eles.
Desde o começo desta crise assistimos à tentativa de conversão da dívida privada em dívida pública, num processo de socialização impune das perdas, depois de os lucros terem sido ter privatizados. Os altos juros a que obtemos o financiamento não derivam de forma alguma da nossa solvência, mas sim das manobras especulativas das grandes corporações financeiras, em conivência com as agências de notação, para se enriquecerem.
Os cortes económicos vêm acompanhados de restrições às liberdades democráticas. Entre elas, as medidas de controle e expulsão da população migrante e as restrições à livre circulação de europeus dentro da UE. Apenas o euro e o livre movimento de capitais especulativos têm as fronteiras abertas.
Dos EUA a Bruxelas, da Grécia à Bolívia, da Espanha à Tunísia, a crise do capitalismo acentua-se. E são os seus causadores que nos impõem as receitas para superá-la. Essas receitas são: transferir fundos públicos para entidades financeiras privadas, fazendo pagar a factura às populações com planos de ajuste que em vez de nos tirarem da crise, ainda nos afundam mais nela.
Na UE, os ataques dos mercados financeiros contra as dívidas soberanas chantageiam governos covardes e sequestram parlamentos que adoptam medidas injustas à custa dos seus povos. As instituições europeias, longe de tomarem firmes decisões políticas contra os ataques dos mercados financeiros, alinham com eles.
Desde o começo desta crise assistimos à tentativa de conversão da dívida privada em dívida pública, num processo de socialização impune das perdas, depois de os lucros terem sido ter privatizados. Os altos juros a que obtemos o financiamento não derivam de forma alguma da nossa solvência, mas sim das manobras especulativas das grandes corporações financeiras, em conivência com as agências de notação, para se enriquecerem.
Os cortes económicos vêm acompanhados de restrições às liberdades democráticas. Entre elas, as medidas de controle e expulsão da população migrante e as restrições à livre circulação de europeus dentro da UE. Apenas o euro e o livre movimento de capitais especulativos têm as fronteiras abertas.
Faltam 9 dias
fonte: Sol
5 de Outubro, 2011 por Sofia Castro, Agência Lusa
Uma das subscritoras do manifesto que promove a 15 de Outubro um protesto em Lisboa defende que as manifestações dos «indignados» em Nova Iorque reforçaram o carácter global e transnacional da contestação que percorreu nos últimos meses a Europa.
Para Paula Gil, do Movimento 12 de Março (M12M), todos estes protestos são marcados por uma questão «global» e «transnacional»: a falta de democracia.
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