Ou o fim dos protestos pacíficos.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Violência na Amadora
"Fotos tiradas todas já depois da agressão de ontem, já que o cartão me foi violentamente roubado pelos policias (uma das pessoas que aparece nas fotos da minha agressão sem estar fardado e a olhar para a câmara é o próprio comandante da esquadra, o mesmo que depois me diz que nao sabia de carta de memória nenhum).
Agradecemos a sua divulgação por todos os meios possiveis, já que no bairro de Santa Filomena mais de 150 pessoas continuam em risco de verem as suas casa demolidas e ficarem desalojadas sem outra alternativa que a rua. A visibilidade é uma ferramenta importantíssima que pode fazer consciencializar e fazer pressão para conseguir condições para tod@s!"
Notícias:
JNExpresso (aqui e aqui)
Visão (aqui e aqui)
TVI (aqui e aqui)
Correio da Manhã
Sol
via Precários Inflexíveis
Fotos: http://s1243.photobucket.com/albums/gg558/pedrasdagua/Agressao%20policial%20em%20frente%20a%20camara%20municipal/?albumview=slideshow
sábado, 31 de março de 2012
O significado de uma carga policial
A propósito da repressão do dia 22 em Lisboa
Manuel Raposo - Quinta-feira, 29 Março, 2012
Publicado em: Jornal Mudar de Vida
Foi preciso que dois jornalistas apanhassem umas valentes bordoadas da polícia, no dia da greve geral, para que a comunicação social viesse clamar contra a brutalidade e o “excesso” das forças repressivas. Bem vindos, senhores jornalistas, ao clube dos que apanham da polícia – não por prazer de vos ver sovados, mas porque essa é uma das realidades do país, e que não é de agora. Nestas ocasiões, com efeito, é bom lembrar às memórias selectivas que várias outras cargas policiais fizeram vítimas entre manifestantes, sindicalistas e pacíficos cidadãos nos últimos tempos sem que nenhuma onda de indignação se levantasse na comunicação social empresarial e sem que se considerasse que as liberdades estavam a ser espezinhadas.
Manuel Raposo - Quinta-feira, 29 Março, 2012 Publicado em: Jornal Mudar de Vida
Foi preciso que dois jornalistas apanhassem umas valentes bordoadas da polícia, no dia da greve geral, para que a comunicação social viesse clamar contra a brutalidade e o “excesso” das forças repressivas. Bem vindos, senhores jornalistas, ao clube dos que apanham da polícia – não por prazer de vos ver sovados, mas porque essa é uma das realidades do país, e que não é de agora. Nestas ocasiões, com efeito, é bom lembrar às memórias selectivas que várias outras cargas policiais fizeram vítimas entre manifestantes, sindicalistas e pacíficos cidadãos nos últimos tempos sem que nenhuma onda de indignação se levantasse na comunicação social empresarial e sem que se considerasse que as liberdades estavam a ser espezinhadas.
Galeria das vítimas
Afinal, o tal estivador que alegadamente tinha, ou lançou, um petardo foi absolvido, noticia o Público em 30 de Março, voltando a contar a mesma cantiga sobre os factos não ocorridos e repetindo erradamente que ficaram feridas apenas 3 pessoas, dois jornalistas e um polícia. Ora vamos lá contar quantos vimos.
Última hora: Agentes da PSP processados por carga na manifestação
Agentes das Equipas de Intervenção Rápida (EIR) da polícia deverão enfrentar processos disciplinares e a PSP será aconselhada a alterar os procedimentos em futuros protestos.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/agentes-da-psp-processados-por-carga-na-manifestacao=f715983#ixzz1qeYh2tZB
e não só...
Agentes das Equipas de Intervenção Rápida (EIR) da polícia deverão enfrentar processos disciplinares e a PSP será aconselhada a alterar os procedimentos em futuros protestos.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/agentes-da-psp-processados-por-carga-na-manifestacao=f715983#ixzz1qeYh2tZB
quarta-feira, 28 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
Gerações unidas
fonte: Correio da Manhã
Protagonistas da crise de 1962 aprovam moção contra "violência policial"
Estudantes da crise académica de 1962, incluindo o ex-Presidente da república Jorge Sampaio, aprovaram hoje uma moção de repúdio pelos actos de violência policial de quinta-feira e enviaram um protesto aos principais órgãos de soberania.
24 Março 2012
A moção foi aprovada na sequência de um almoço, na cantina da Cidade Universitária, em Lisboa, que hoje reuniu mais de 400 estudantes que há 50 anos realizaram "luto académico" após uma carga policial na alameda do Campo Grande.
"Há dois dias, vimos nas televisões as imagens de polícias carregando de novo sobre jovens, com uma violência desmedida e desproporcionada. Mais vimos o espancamento de jornalistas, pondo em risco a isenta cobertura da carga policial", refere a moção hoje lida por Maria João Gerardo e Artur Pinto, da comissão organizadora do evento de hoje, para mais 400 pessoas, que aplaudiram o texto.
Protagonistas da crise de 1962 aprovam moção contra "violência policial"
Estudantes da crise académica de 1962, incluindo o ex-Presidente da república Jorge Sampaio, aprovaram hoje uma moção de repúdio pelos actos de violência policial de quinta-feira e enviaram um protesto aos principais órgãos de soberania.
24 Março 2012
A moção foi aprovada na sequência de um almoço, na cantina da Cidade Universitária, em Lisboa, que hoje reuniu mais de 400 estudantes que há 50 anos realizaram "luto académico" após uma carga policial na alameda do Campo Grande.
"Há dois dias, vimos nas televisões as imagens de polícias carregando de novo sobre jovens, com uma violência desmedida e desproporcionada. Mais vimos o espancamento de jornalistas, pondo em risco a isenta cobertura da carga policial", refere a moção hoje lida por Maria João Gerardo e Artur Pinto, da comissão organizadora do evento de hoje, para mais 400 pessoas, que aplaudiram o texto.
sábado, 24 de março de 2012
Repressão da liberdade de informação
fonte: JN
Centena de jornalistas concentraram-se em frente à PSP
Publicado ontem; NUNO MIGUEL ROPIO
Cerca de uma centena de jornalistas protestaram, esta sexta-feira, em frente à Direção Nacional da PSP, em Lisboa, contra a violência exercida por agentes da Polícia contra os jornalistas que cobriram a manifestação da Plataforma 15 de Outubro, no Chiado, inserida na greve geral.

Jornalistas começaram a juntar-se à porta da Direcção Nacional da PSP. foto VÍTOR RIOS/GLOBAL IMAGENS
O grupo responsável pela organização desta concentração, ocorrida ao início da tarde, acabou por ser recebido pelo diretor-adjunto da PSP, Paulo Lucas, a quem entregou uma carta de protesto.
Segundo a jornalista Ana Leiria, aquele responsável lamentou os episódios de violência de que foram alvos os fotojornalistas Patrícia Melo Moreira, da agência France Presse (AFP), e José Sena Goulão, da agência Lusa, que esteve neste protesto, ainda em convalescença.
Centena de jornalistas concentraram-se em frente à PSP
Publicado ontem; NUNO MIGUEL ROPIO
Cerca de uma centena de jornalistas protestaram, esta sexta-feira, em frente à Direção Nacional da PSP, em Lisboa, contra a violência exercida por agentes da Polícia contra os jornalistas que cobriram a manifestação da Plataforma 15 de Outubro, no Chiado, inserida na greve geral.
Jornalistas começaram a juntar-se à porta da Direcção Nacional da PSP. foto VÍTOR RIOS/GLOBAL IMAGENS
O grupo responsável pela organização desta concentração, ocorrida ao início da tarde, acabou por ser recebido pelo diretor-adjunto da PSP, Paulo Lucas, a quem entregou uma carta de protesto.
Segundo a jornalista Ana Leiria, aquele responsável lamentou os episódios de violência de que foram alvos os fotojornalistas Patrícia Melo Moreira, da agência France Presse (AFP), e José Sena Goulão, da agência Lusa, que esteve neste protesto, ainda em convalescença.
Violência de Estado
fonte: Público
Plataforma 15 de Outubro acusa Governo de querer criminalizar movimentos sociais
23.03.2012 - 19:12 Por Lusa

Activistas dizem que houve "policiais infiltrados" na manifestação da plataforma 15 de Outubro (Pedro Cunha)
A plataforma 15 de Outubro, que promoveu a manifestação de quinta-feira onde ocorreu uma carga policial, acusa o Governo de pretender criminalizar os movimentos sociais em Portugal.
“Somos pacíficos mas estão a tratar-nos como se fossemos um bando de terroristas e criminosos”, afirmou o porta-voz do grupo, Tiago Castelhano, numa conferência de imprensa realizada nesta sexta-feira à tarde junto à escadaria da Assembleia da República.
Plataforma 15 de Outubro acusa Governo de querer criminalizar movimentos sociais
23.03.2012 - 19:12 Por Lusa
Activistas dizem que houve "policiais infiltrados" na manifestação da plataforma 15 de Outubro (Pedro Cunha)
A plataforma 15 de Outubro, que promoveu a manifestação de quinta-feira onde ocorreu uma carga policial, acusa o Governo de pretender criminalizar os movimentos sociais em Portugal.
“Somos pacíficos mas estão a tratar-nos como se fossemos um bando de terroristas e criminosos”, afirmou o porta-voz do grupo, Tiago Castelhano, numa conferência de imprensa realizada nesta sexta-feira à tarde junto à escadaria da Assembleia da República.
sexta-feira, 23 de março de 2012
Salazar ressuscitado
Já não há liberdade de manifestação nem de imprensa, as multidões são corridas a cassetete.
Mas o bastão está virado ao contrário! para deixar marcas. A agredida é a fotógrafa Patrícia de Melo Moreira (AFP), que tirou esta fotografia, entre outras:
Fotos de El País, via 5 dias.
Um fotógrafo da Lusa - José Sena Goulão - também foi agredido pela polícia, como se vê em vários noticiários televisivos. Está por provar que os manifestantes tenham provocado a polícia; ou seriam infiltrados policiais como da outra vez? Mas já arranjaram um culpado. A versão oficial da RTP dá a entender que quem agrediu os jornalistas foram os manifestantes; e omite que houve manifestantes feridos, que outras fontes dizem ser dezenas...
Em dia de greve geral, também no Porto polícias infiltrados provocaram agressões, como também noticia a SIC.
Mas o bastão está virado ao contrário! para deixar marcas. A agredida é a fotógrafa Patrícia de Melo Moreira (AFP), que tirou esta fotografia, entre outras:
Fotos de El País, via 5 dias.
Um fotógrafo da Lusa - José Sena Goulão - também foi agredido pela polícia, como se vê em vários noticiários televisivos. Está por provar que os manifestantes tenham provocado a polícia; ou seriam infiltrados policiais como da outra vez? Mas já arranjaram um culpado. A versão oficial da RTP dá a entender que quem agrediu os jornalistas foram os manifestantes; e omite que houve manifestantes feridos, que outras fontes dizem ser dezenas...
Em dia de greve geral, também no Porto polícias infiltrados provocaram agressões, como também noticia a SIC.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Protesto frente à embaixada do Egipto
Comunicado de apelo à concentração no dia 20 de Dezembro em Lisboa.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Democracia condenada (às mãos da justiça)
fonte: Público
Reacção às sentenças dos dois detidos na greve
Plataforma 15 de Outubro acusa governo de “condenar a democracia”
13.12.2011 - 16:59 Por Rafaela Freitas

Reacção às sentenças dos dois detidos na greve
Plataforma 15 de Outubro acusa governo de “condenar a democracia”
13.12.2011 - 16:59 Por Rafaela Freitas
Dois manifestantes foram condenados a seis meses de prisão com pena suspensa (Rafael Marchante/Reuters)
No rescaldo das sentenças aplicadas a dois dos detidos na greve geral, a Plataforma 15 de Outubro veio hoje denunciar a “tentativa, por parte do governo português, de amedrontar e criminalizar os movimentos sociais”. Na passada sexta-feira, dois manifestantes foram condenados a seis meses de prisão com pena suspensa.
João Camargo, membro da Plataforma, tinha já dito ao PÚBLICO ter havido uma “lavagem” da realidade por parte do executivo. Num comunicado hoje enviado à comunicação social, os “indignados” consideram as respostas do Governo insuficientes e aparentemente promotoras de “um tipo de actuação ilegal” por parte da PSP. Também as declarações do ministro da Administração Interna, que elogiou por várias vezes a actuação da polícia no dia da greve, são criticadas.
No rescaldo das sentenças aplicadas a dois dos detidos na greve geral, a Plataforma 15 de Outubro veio hoje denunciar a “tentativa, por parte do governo português, de amedrontar e criminalizar os movimentos sociais”. Na passada sexta-feira, dois manifestantes foram condenados a seis meses de prisão com pena suspensa.
João Camargo, membro da Plataforma, tinha já dito ao PÚBLICO ter havido uma “lavagem” da realidade por parte do executivo. Num comunicado hoje enviado à comunicação social, os “indignados” consideram as respostas do Governo insuficientes e aparentemente promotoras de “um tipo de actuação ilegal” por parte da PSP. Também as declarações do ministro da Administração Interna, que elogiou por várias vezes a actuação da polícia no dia da greve, são criticadas.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Agentes provocadores e criminosos
Afinal, não foi só na greve geral - mas também no 15 de Outubro! - que os agentes policiais infiltrados provocaram desacatos e incitaram à violência, sem conseguirem incendiar as massas - note-se - mas provocando danos graves eles-mesmos.
O seu comportamento é criminoso e devem responder por ele em tribunal; e não apenas os polícias provocadores, mas os superiores que lhes deram essas ordens, bem como os responsáveis políticos - o ministro Miguel Macedo e o primeiro-ministro Passos Coelho - que, negando a força das evidências, procuram justificar esses actos.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Processo-crime à actuação da polícia
fonte: ionline
24 Novembro. “Infiltrados” põem PSP e MAI em maus lençóis
Por Joana Azevedo Viana, publicado em 8 Dez 2011 - 03:00 | Actualizado há 13 horas 20 minutos
PGR vai “analisar questão” de abrir processo-crime à actuação policial. PSP diz que já existem “algumas conclusões” – para já confidenciais – na investigação interna ao caso

Há duas semanas que os incidentes frente à Assembleia da República, a 24 de Novembro, fazem correr tinta em redes e blogues de movimentos sociais, quer pela carga policial de que os manifestantes foram alvo, quer pela alegada presença de agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) infiltrados na manifestação que teriam, segundo testemunhos, provocado alegadamente os incidentes.
Anteontem, depois de declarações públicas contraditórias pelo ministro da Administração Interna, o advogado Garcia Pereira enviou um pedido à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que seja aberto um processo-crime à actuação da polícia no dia da greve geral. A assessoria da PGR confirmou ontem ao i que “foram recebidos a participação e os documentos enviados pelo sr. dr. Garcia Pereira” e que “o procurador-geral da República vai analisar a questão” – sem avançar prazos para uma resposta.
24 Novembro. “Infiltrados” põem PSP e MAI em maus lençóis
Por Joana Azevedo Viana, publicado em 8 Dez 2011 - 03:00 | Actualizado há 13 horas 20 minutos
PGR vai “analisar questão” de abrir processo-crime à actuação policial. PSP diz que já existem “algumas conclusões” – para já confidenciais – na investigação interna ao caso
Há duas semanas que os incidentes frente à Assembleia da República, a 24 de Novembro, fazem correr tinta em redes e blogues de movimentos sociais, quer pela carga policial de que os manifestantes foram alvo, quer pela alegada presença de agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) infiltrados na manifestação que teriam, segundo testemunhos, provocado alegadamente os incidentes.
Anteontem, depois de declarações públicas contraditórias pelo ministro da Administração Interna, o advogado Garcia Pereira enviou um pedido à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que seja aberto um processo-crime à actuação da polícia no dia da greve geral. A assessoria da PGR confirmou ontem ao i que “foram recebidos a participação e os documentos enviados pelo sr. dr. Garcia Pereira” e que “o procurador-geral da República vai analisar a questão” – sem avançar prazos para uma resposta.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Agentes provocadores
fonte: Ionline
Greve Geral. Garcia Pereira pede a PGR processo criminal sobre "infiltrados" da polícia
Por Agência Lusa, publicado em 6 Dez 2011 - 19:18 | Actualizado há 5 horas 13 minutos

O advogado Garcia Pereira enviou hoje ao procurador-geral da República uma petição para que seja aberto um processo criminal à atuação de alegados "agentes provocadores" da PSP na manifestação de 24 de novembro frente ao Parlamento.
No documento, o advogado e dirigente do PCTP/MRPP apoia-se em imagens filmadas por manifestantes e colocadas na Internet para apontar a presença de "agentes policiais não uniformizados nem identificados como tal" entre os manifestantes que agiram "tão clara quanto ilicitamente como agentes provocadores de conflitos".
Greve Geral. Garcia Pereira pede a PGR processo criminal sobre "infiltrados" da polícia
Por Agência Lusa, publicado em 6 Dez 2011 - 19:18 | Actualizado há 5 horas 13 minutos
O advogado Garcia Pereira enviou hoje ao procurador-geral da República uma petição para que seja aberto um processo criminal à atuação de alegados "agentes provocadores" da PSP na manifestação de 24 de novembro frente ao Parlamento.
No documento, o advogado e dirigente do PCTP/MRPP apoia-se em imagens filmadas por manifestantes e colocadas na Internet para apontar a presença de "agentes policiais não uniformizados nem identificados como tal" entre os manifestantes que agiram "tão clara quanto ilicitamente como agentes provocadores de conflitos".
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Estado policial (2)
fonte: Económico
"Há provas de polícias à civil a incitarem à violência"
Económico com Lusa, 29/11/11 15:27
A Plataforma 15 de Outubro, que integra o movimento dos indignados, garante que tem provas que denunciam a presença de polícias à civil a incitarem à violência na manifestação de 24 de Novembro, e exige que se apurem responsabilidades.
Numa conferência de imprensa realizada hoje junto ao Ministério da Administração Interna para "denunciar e condenar a violência policial" na manifestação do dia da greve geral em frente à Assembleia da República, o movimento considerou "ilegal" e "crime" a presença de polícias à civil a incitaram à violência.
Comunicado contra a violência
24 DE NOVEMBRO - QUEM SÃO OS VIOLENTOS?
AUTHOR : 15O / Documentos
A Plataforma 15 de Outubro, internacionalista, apartidária e pacífica, reivindicando a reposição da justiça e da verdade no que diz respeito aos eventos do dia 24 de Novembro, declara:
- Testemunhámos e denunciamos a presença de polícia não fardada e não identificada na manifestação de 24 de Novembro em frente a São Bento. Estes elementos, entre os manifestantes, incitaram à violência com palavras e acções, ao contrário do que afirmou inequivocamente o Ministro da Administração Interna. Esta acção da polícia de um Estado de Direito e dito “democrático” configura uma ilegalidade e um crime. A acção da polícia nos piquetes de greve deste dia pautou-se igualmente pela ilegalidade e repressão, tendo-se apresentado nos locais onde se encontravam os piquetes armada com caçadeiras e metralhadoras, além de ter sido enviada polícia de intervenção para atacar e romper os piquetes.
Estado policial (1)
fonte: TSF
Director Nacional da PSP admite que a polícia possa ser mais dura com aumento da contestação
Publicado ontem às 15:40
O director Nacional da PSP admite que a polícia possa ser mais dura e violenta com o aumento da constestação social. Guedes da Silva diz que o equipamento da polícia é para ser usado quando for preciso.
Audio: Jornalista José Milheiro resume-nos as declarações do Director Nacional da PSP
Director Nacional da PSP admite que a polícia possa ser mais dura com aumento da contestação
Publicado ontem às 15:40
O director Nacional da PSP admite que a polícia possa ser mais dura e violenta com o aumento da constestação social. Guedes da Silva diz que o equipamento da polícia é para ser usado quando for preciso.
Audio: Jornalista José Milheiro resume-nos as declarações do Director Nacional da PSP
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