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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Stop Acta (2)

fonte: ionline

ACTA. Parlamento Europeu não vai aprovar acordo
Por Joana Azevedo Viana, publicado em 16 Fev 2012 - 03:10

Líder do Parlamento Europeu teceu críticas ao acordo dois dias depois de protestos em 130 cidades



Joseph Daul, líder do Partido Popular Europeu (PPE), foi o primeiro a dizê-lo: “ACTA c’est fini.” (o ACTA está acabado). As palavras do eurodeputado surgiram depois de manifestações durante o fim-de-semana em 130 cidades de 30 dos 39 países envolvidos nas negociações do Acordo Comercial Anticontrafacção, protestando contra um tratado transnacional negociado “secretamente” e que, na prática, equivalia ao fim da privacidade online e da livre troca de informações.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Partilhar não é roubar


fonte: Correio da Manhã

"Partilhar não é roubar”
Manifestantes no Marquês de Pombal pela "liberdade da rede"

"Partilhar não é roubar", "ACTA, não!" e "ACTA is watching you" [O ACTA está a ver-te] são alguns dos slogans que várias dezenas de pessoas envergavam em cartazes, esta manhã, no Marquês de Pombal, em Lisboa.
11 Fevereiro 2012

Em causa está o Acordo Comercial Anticontrafacção (ACTA, na sigla em inglês), criado com o objectivo de proteger os direitos de propriedade e intelectual, muitas vezes partilhados via internet, mas visto com receio pelos cibernautas, que dizem que o acordo vai acabar com muitos dos direitos de quem 'anda na rede'.

A preocupação de Guilherme Oliveira, que se deslocou hoje ao Marquês de Pombal, é o impacto que a lei vai ter na difusão de medicamentos genéricos. "Na forma actual, os medicamentos são lançados no mercado e, depois de certo período de tempo, cai o título de direitos de autor e as empresas podem começar a fazê-los, o que faz com que o preço baixe bastante", explica o estudante de Medicina.

sábado, 22 de outubro de 2011

Vem aí mais fome

fonte: JN

Ajuda Alimentar em Portugal perde 36 milhões de euros
Programa Comunitário sofre "corte imoral" e só em Portugal deixa 400 mil pessoas em risco
00h00m, LEONOR PAIVA WATSON

O Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados ficou sem 500 milhões de euros. Para toda a Europa, o PCAAC tem apenas 113 milhões. Portugal passa de 40 para quatro. E, só no país, serão 400 mil pessoas com menos apoio para comer.


foto ÂNGELO LUCAS/GLOBAL IMAGENS

Na reunião do Conselho de Ministros da Agricultura da União Europeia, esta sexta-feira, seis entre os 27 estados-membros exerceram uma minoria de bloqueio, impedindo que o PCAAC usasse os 500 milhões de euros que até já estavam aprovados.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Protestos em mais de 60 países


fonte: Público

15 de Outubro vai ser dia de marcha global
Indignados preparam protestos em mais de 60 países
11.10.2011 - 17:36 Por Isabel Gorjão Santos


Junto a Wall Street pede-se o fim da ganância empresarial (Jessica Rinaldi/Reuters)

Unidos por uma mudança global é o lema, 15 de Outubro o dia que escolheram para sair à rua e ocupar praças. Os indignados convocaram protestos pacíficos em todo o mundo que neste sábado deverão decorrer em 630 cidades de 67 países.

“Qual é o ponto de encontro em Hanôver, na Alemanha?”, pergunta Guadalupe Cases na página do Facebook sobre os protestos de 15 de Outubro. “E em Hamburgo?”, quer saber Mac Fähland. Miriam Roura promete estar na rua em Barcelona, há mensagens em grego e em árabe. Sebastián Celis deixa informações sobre os protestos no Chile e Sérgio Vitorino, da organização contra a homofobia Panteras Rosa, apela às pessoas para que saiam à rua em Portugal. Vai ser um protesto global.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Declaração de guerra



Merkel sugere perda de soberania para países que não cumpram critérios de estabilidade
26 Setembro 2011 | 10:52, Lusa 

Os países que violem o limite de 3% do défice orçamental em relação ao PIB, ou o limite de 60% da dívida pública em relação ao PIB, "terão de abdicar de parte da sua soberania, se se verificar que o país em questão não cumpriu os seus próprios compromissos".

A chanceler alemã, Angela Merkel, defendeu o agravamento de sanções a países da zona euro que não cumpram os critérios de estabilidade, incluindo a perda de soberania, em entrevista no domingo à televisão pública ARD.