Em Madrid e em Lisboa, às 19h30, frente ao consulado de Espanha (Av. Liberdade)
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quarta-feira, 11 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Fascistas à vista
Milhares de pessoas gaseadas pela polícia em Barcelona no dia da Greve Geral de 29 de Março.
quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Em Madrid: Eu não pago
fonte: Madrid2noticias.com
La Policía blinda el centro de Madrid contra Yo No Pago y detiene a cinco personas
La fuerte presencia policial no ha impedido que un grupo de activistas consiguiese "colarse" en el Metro de Madrid. Según la Policía, ha habido cinco detenciones.
Madrid2noticias | 01/02/2012
Las fuerzas de Seguridad de Madrid han blindado a partir de las 19 horas de este miércoles el centro de la capital. Con el objetivo de impedir que las personas que habían decidido sumarse al movimiento "Yo no Pago", que invitaba a "colarse" en el Metro de Madrid como protesta contra los recortes, llevaran a cabo su acción, decenas de furgonetas de la Policía Nacional y Municipal han presidiado la entrada a varias paradas del suburbano.
sábado, 24 de dezembro de 2011
Mais um país ocupado: Espanha
fonte: RFI
Ex-presidente do Lehman Brothers Espanha assume ministério da Economia
Artigo publicado em 22 de Dezembro de 2011 - Atualizado em 22 de Dezembro de 2011

Mariano Rajoy nomeou, nesta quarta-feira, Luis de Guindos, ex-presidente do banco Lehman Brothers na Espanha e Portugal, como o novo ministro espanhol da Economia
O novo primeiro-ministro espanhol, o conservador Mariano Rajoy, anunciou os 13 membros de seu gabinete, dentre eles o esperado nome do próximo ministro da Economia, Luis de Guindos, ex-presidente do banco Lehman Brothers, na Espanha e Portugal, entre 2006 e 2008. Rajoy assumiu suas funções oficialmente nessa quarta-feira, depois de prestar juramento ao Rei da Espanha, Juan Carlos.
Ler mais >>
O novo ministro da Defesa espanhol dirige uma empresa que vende armamento a mais de 90 exércitos
Ex-presidente do Lehman Brothers Espanha assume ministério da Economia
Artigo publicado em 22 de Dezembro de 2011 - Atualizado em 22 de Dezembro de 2011
Mariano Rajoy nomeou, nesta quarta-feira, Luis de Guindos, ex-presidente do banco Lehman Brothers na Espanha e Portugal, como o novo ministro espanhol da Economia
O novo primeiro-ministro espanhol, o conservador Mariano Rajoy, anunciou os 13 membros de seu gabinete, dentre eles o esperado nome do próximo ministro da Economia, Luis de Guindos, ex-presidente do banco Lehman Brothers, na Espanha e Portugal, entre 2006 e 2008. Rajoy assumiu suas funções oficialmente nessa quarta-feira, depois de prestar juramento ao Rei da Espanha, Juan Carlos.
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fonte: Librered.netO novo ministro da Defesa espanhol dirige uma empresa que vende armamento a mais de 90 exércitos
Viernes, diciembre 23, 2011, 0:00
El nuevo ministro de Defensa español, Pedro Morenés Eulate, fue consejero y hasta hace un mes representante de la empresa Instalaza SA, fabricante de bombas de racimo, y actualmente es director ejecutivo en España de la empresa MBDA, que diseña, fabrica y vende misiles.
El nuevo ministro de Defensa español, Pedro Morenés Eulate, fue consejero y hasta hace un mes representante de la empresa Instalaza SA, fabricante de bombas de racimo, y actualmente es director ejecutivo en España de la empresa MBDA, que diseña, fabrica y vende misiles.
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
É proibido proibir...
fonte: SIC
Puerta del Sol é um dos 110 lugares de Madrid onde foram proibidas manifestações durante a campanha eleitoral
Puerta del Sol é um dos 110 lugares de Madrid onde foram proibidas manifestações durante a campanha eleitoral
31.10.2011 09:03

A Puerta del Sol, símbolo das manifestações do movimento dos indignados, é um dos 110 pontos de Madrid onde foram proibidos quaisquer protestos durante a campanha para as eleições legislativas de 20 de Novembro.
Trata-se de uma lista de lugares, que incluem algumas das praças emblemáticas da capital, que, com base na lei eleitoral em vigor, a autarquia madrilena (como as restantes de Espanha) reservam para actos eleitorais.
Por serem reservadas apenas para "a realização gratuita de actos de campanha eleitoral", os 110 locais não podem ser usados para qualquer protesto ou manifestação.
A Puerta del Sol, símbolo das manifestações do movimento dos indignados, é um dos 110 pontos de Madrid onde foram proibidos quaisquer protestos durante a campanha para as eleições legislativas de 20 de Novembro.
Trata-se de uma lista de lugares, que incluem algumas das praças emblemáticas da capital, que, com base na lei eleitoral em vigor, a autarquia madrilena (como as restantes de Espanha) reservam para actos eleitorais.
Por serem reservadas apenas para "a realização gratuita de actos de campanha eleitoral", os 110 locais não podem ser usados para qualquer protesto ou manifestação.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Hotel ocupado em Madrid
Cerca de 50 "indignados" ocuparam no sábado passado um hotel vago em Madrid.
fonte: 20minutos.es
Na segunda-feira decidiram em assembleia o uso a dar ao edifício ocupado. (com vídeo)
Os 'indignados' dividiram o 'okupado' Hotel Madrid por pisos temáticos para se reunirem.
Grupos de jovens reabilitam o 'hotel indignado' de Carretas
Já têm luz e uma empresa privada ofereceu-se para lhes ligar a água.
Os indignados planeiam que o hotel ocupado sirva para pessoas desalojadas
fonte: 20minutos.es
Na segunda-feira decidiram em assembleia o uso a dar ao edifício ocupado. (com vídeo)
Os 'indignados' dividiram o 'okupado' Hotel Madrid por pisos temáticos para se reunirem.
Grupos de jovens reabilitam o 'hotel indignado' de Carretas
Já têm luz e uma empresa privada ofereceu-se para lhes ligar a água.
Um grupo de voluntários dorme no interior do imóvel para evitar o desalojamento.
A liberdade de acesso contrasta com a blindagem à imprensa: não querem jornalistas lá dentro, nem polícias.
Os indignados planeiam que o hotel ocupado sirva para pessoas desalojadas
domingo, 16 de outubro de 2011
15O em Madrid: Éric Toussaint faz um balanço da situação mundial e do movimento dos Indignados
Desde Fevereiro de 2003 é a primeira vez que um apelo a uma acção internacional numa data determinada recebe um tal eco. Em Espanha, donde a iniciativa partiu, perto de 500.000 manifestantes desfilaram nas ruas de cerca de 80 cidades diferentes – dos quais 200.000 ou mais em Madrid.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Protesto global
fonte: RTP
Indignados protestam a 15 de outubro em todo o mundo
publicado 09:42 11 outubro '11

Os protestos dos indignados em Nova Iorque e em Washington já duras há várias semanas
Indignados protestam a 15 de outubro em todo o mundo
publicado 09:42 11 outubro '11
Os protestos dos indignados em Nova Iorque e em Washington já duras há várias semanas
EPA/SHAWN THEW
Para o próximo sábado, 15 de outubro, está marcado um protesto a nível global, com mais de 400 iniciativas previstas em mais de 45 países. Várias cidades portuguesas incluindo Lisboa, Porto, Angra do Heroísmo, Braga, Coimbra e Évora vão ser palco dessas manifestações pacíficas.
O protesto divulgado pelo site com o nome “United for Global Change” (Unidos para a Mudança Global), afirma que “na América, Ásia, África e Europa, a população está a preparar-se para reivindicar os seus direitos e exigir uma verdadeira democracia, num protesto global, não violento”.
Para o próximo sábado, 15 de outubro, está marcado um protesto a nível global, com mais de 400 iniciativas previstas em mais de 45 países. Várias cidades portuguesas incluindo Lisboa, Porto, Angra do Heroísmo, Braga, Coimbra e Évora vão ser palco dessas manifestações pacíficas.
O protesto divulgado pelo site com o nome “United for Global Change” (Unidos para a Mudança Global), afirma que “na América, Ásia, África e Europa, a população está a preparar-se para reivindicar os seus direitos e exigir uma verdadeira democracia, num protesto global, não violento”.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Ocupemos todas as praças do mundo!
Nós, cidadãos da Puerta del Sol e da Praça Syntagma,
manifestamos a nossa indignação e convidamos todos os indignados a
juntarem-se em todas as praças
Dos EUA a Bruxelas, da Grécia à Bolívia, da Espanha à Tunísia, a crise do capitalismo acentua-se. E são os seus causadores que nos impõem as receitas para superá-la. Essas receitas são: transferir fundos públicos para entidades financeiras privadas, fazendo pagar a factura às populações com planos de ajuste que em vez de nos tirarem da crise, ainda nos afundam mais nela.
Na UE, os ataques dos mercados financeiros contra as dívidas soberanas chantageiam governos covardes e sequestram parlamentos que adoptam medidas injustas à custa dos seus povos. As instituições europeias, longe de tomarem firmes decisões políticas contra os ataques dos mercados financeiros, alinham com eles.
Desde o começo desta crise assistimos à tentativa de conversão da dívida privada em dívida pública, num processo de socialização impune das perdas, depois de os lucros terem sido ter privatizados. Os altos juros a que obtemos o financiamento não derivam de forma alguma da nossa solvência, mas sim das manobras especulativas das grandes corporações financeiras, em conivência com as agências de notação, para se enriquecerem.
Os cortes económicos vêm acompanhados de restrições às liberdades democráticas. Entre elas, as medidas de controle e expulsão da população migrante e as restrições à livre circulação de europeus dentro da UE. Apenas o euro e o livre movimento de capitais especulativos têm as fronteiras abertas.
Dos EUA a Bruxelas, da Grécia à Bolívia, da Espanha à Tunísia, a crise do capitalismo acentua-se. E são os seus causadores que nos impõem as receitas para superá-la. Essas receitas são: transferir fundos públicos para entidades financeiras privadas, fazendo pagar a factura às populações com planos de ajuste que em vez de nos tirarem da crise, ainda nos afundam mais nela.
Na UE, os ataques dos mercados financeiros contra as dívidas soberanas chantageiam governos covardes e sequestram parlamentos que adoptam medidas injustas à custa dos seus povos. As instituições europeias, longe de tomarem firmes decisões políticas contra os ataques dos mercados financeiros, alinham com eles.
Desde o começo desta crise assistimos à tentativa de conversão da dívida privada em dívida pública, num processo de socialização impune das perdas, depois de os lucros terem sido ter privatizados. Os altos juros a que obtemos o financiamento não derivam de forma alguma da nossa solvência, mas sim das manobras especulativas das grandes corporações financeiras, em conivência com as agências de notação, para se enriquecerem.
Os cortes económicos vêm acompanhados de restrições às liberdades democráticas. Entre elas, as medidas de controle e expulsão da população migrante e as restrições à livre circulação de europeus dentro da UE. Apenas o euro e o livre movimento de capitais especulativos têm as fronteiras abertas.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Em Espanha, milhares pelo direito à habitação
fonte: 20minutos
Milhares de pessoas reclamam em mais de 40 cidades espanholas uma "lei hipotecária justa".
AGENCIAS / VÍDEO: ATLAS. 25.09.2011 - 19.58h
Milhares de pessoas reclamam em mais de 40 cidades espanholas uma "lei hipotecária justa".
AGENCIAS / VÍDEO: ATLAS. 25.09.2011 - 19.58h
- Piden modificar la ley para incluir la dación en pago con carácter retroactivo.
- Quieren que las viviendas vacías se dediquen al alquiler social.
- El objetivo de las marchas es conseguir una moratoria de tres años para discutir las medidas que proponen en el Parlamento que se forme tras el 20-N.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Espanhóis exigem referendo constitucional
fonte: A Bola
Manifestações contra revisão constitucional em Madrid e Barcelona
Por Redacção, 19:32 - 06-09-2011
Manifestantes espanhóis começaram esta tarde a concentrar-se na Praça Cibeles, no centro de Madrid, onde vai começar um protesto contra a revisão constitucional, que se estende a outras cidades, como Barcelona, que exigem a realização de um referendo sobre o assunto.
O protesto foi convocado pelas duas maiores centrais sindicais, Comissões Operárias e União Geral dos Trabalhadores, e por várias organizações da sociedade civil espanhola.
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