Manifestação de 12 de Março deu voz a "um sentimento antipartido"
PAULO PIMENTA
Movimentos sociais de protesto estão à frente dos partidos e a falta de confiança nos políticos é o maior problema
Movimentos sociais de protesto estão à frente dos partidos e a falta de confiança nos políticos é o maior problema
Por São José Almeida
O estudo revela que os cidadãos têm a percepção de que os governos são pouco autónomos e capitulam perante interesses "erráticos"
Os portugueses sentem-se mais representados por movimentos sociais de protesto do que pelos partidos políticos. Esta é uma das conclusões que o estudo do Barómetro da Qualidade da Democracia aponta. Num total de 100%, 12% dos inquiridos afirmaram que entre as "instituições e agentes individuais de representação política" existentes na sociedade portuguesa, aquela pela qual que se sentam melhor representados é os "movimentos sociais de protesto", enquanto outros 10% apontam os "partidos políticos", uma percentagem que é igualada pelos que apontam "os sindicatos". À frente deste indicativo de representatividade surge o Presidente da República, com 22% de preferências. E em último os autarcas, com apenas 3%, atrás até da Igreja, com 7% de escolhas.
O estudo revela que os cidadãos têm a percepção de que os governos são pouco autónomos e capitulam perante interesses "erráticos"
Os portugueses sentem-se mais representados por movimentos sociais de protesto do que pelos partidos políticos. Esta é uma das conclusões que o estudo do Barómetro da Qualidade da Democracia aponta. Num total de 100%, 12% dos inquiridos afirmaram que entre as "instituições e agentes individuais de representação política" existentes na sociedade portuguesa, aquela pela qual que se sentam melhor representados é os "movimentos sociais de protesto", enquanto outros 10% apontam os "partidos políticos", uma percentagem que é igualada pelos que apontam "os sindicatos". À frente deste indicativo de representatividade surge o Presidente da República, com 22% de preferências. E em último os autarcas, com apenas 3%, atrás até da Igreja, com 7% de escolhas.
