Querem tirar-nos tudo!
quinta-feira, 12 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Uma causa de cidadãos
Centenas de pessoas abraçaram a MAC
10.04.2012 22:15
Centenas de pessoas participaram hoje no “Abraço à Maternidade Alfredo da Costa”. Aos muitos utentes que protestaram junto ao edifício, juntaram-se também os profissionais. A iniciativa pretendia contestar o anúncio do encerramento deste estabelecimento de saúde até 2015.
fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/pais/article1482873.ece
domingo, 8 de abril de 2012
O Macedo quer meter medo
Audição parlamentar do Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, em 4 de Abril de 2012:
"E eu devo dizer, senhor deputado, que alguns países da
Europa estão hoje a equacionar medidas diferentes e medidas reforçadas para
este tipo de comportamento.
Porque este comportamento não é de uns quantos sujeitos que se encostam a uma esquina e decidem num determinado momento fazer este tipo de desordem.
Não! Não é assim. Estas manifestações são planeadas, são coordenadas e têm um objectivo.
Elas não acontecem só em Portugal. Não é o ministro da Administração Interna que está a ver coisas esquisitas na cabeça.
Não! Isto acontece noutros países, isto está referenciado noutros países.
Isto até tem publicações. Algumas delas estão disponíveis, os senhores podem ver na internet.
Há planeamento por parte de alguns destes grupos que ensinam como é que se fazem as coisas.
Como é que se planeia. Quem fica atrás a fazer o
quê. Quem é que anda com câmaras de
filmar e câmaras de fotografar.
Quem em determinado momento de uma manifestação ou de um desfile se retira, vai ao pé de um... de um... portátil e emite imediatamente para a rede aquilo que está a acontecer e que ele quis filmar ou fotografar.
Isto acontece de forma concertada e planeada. Nós não estamos a falar de um conjunto de cidadãos que ocasionalmente se reúne e no meio da manifestação a coisa deu para o torto... porque deu para o torto.
Não! Deu para
o torto porque em muitas destas situações foi planeado que desse para o torto.
Vamos falar tudo. É exactamente assim.
E tentam reverter depois, através da manipulação que fazem através da... em princípio... muitas das vezes através das redes sociais e do eco que encontram na comunicação social, tentam reverter esse tipo de acção em desfavor das forças de segurança.
De resto, eu devo dizer que... quer dizer, continuar a ouvir em 2012 falar da PSP como força da repressão é uma coisa... que eu acho... que deve... fazer pensar todos.
Uma força de segurança num estado democrático não é uma força de repressão.
É uma força que garante o direito dos cidadãos, o exercício dos direitos dos cidadãos, a segurança dos cidadãos, e é uma força que garante a ordem democrática.
Não é uma força de repressão."
Porque este comportamento não é de uns quantos sujeitos que se encostam a uma esquina e decidem num determinado momento fazer este tipo de desordem.
Não! Não é assim. Estas manifestações são planeadas, são coordenadas e têm um objectivo.
Elas não acontecem só em Portugal. Não é o ministro da Administração Interna que está a ver coisas esquisitas na cabeça.
Não! Isto acontece noutros países, isto está referenciado noutros países.
Isto até tem publicações. Algumas delas estão disponíveis, os senhores podem ver na internet.
Há planeamento por parte de alguns destes grupos que ensinam como é que se fazem as coisas.
Quem em determinado momento de uma manifestação ou de um desfile se retira, vai ao pé de um... de um... portátil e emite imediatamente para a rede aquilo que está a acontecer e que ele quis filmar ou fotografar.
Isto acontece de forma concertada e planeada. Nós não estamos a falar de um conjunto de cidadãos que ocasionalmente se reúne e no meio da manifestação a coisa deu para o torto... porque deu para o torto.
Vamos falar tudo. É exactamente assim.
E tentam reverter depois, através da manipulação que fazem através da... em princípio... muitas das vezes através das redes sociais e do eco que encontram na comunicação social, tentam reverter esse tipo de acção em desfavor das forças de segurança.
De resto, eu devo dizer que... quer dizer, continuar a ouvir em 2012 falar da PSP como força da repressão é uma coisa... que eu acho... que deve... fazer pensar todos.
Uma força de segurança num estado democrático não é uma força de repressão.
É uma força que garante o direito dos cidadãos, o exercício dos direitos dos cidadãos, a segurança dos cidadãos, e é uma força que garante a ordem democrática.
Não é uma força de repressão."
Dar cabo da saúde
Aqui fecham a Maternidade Alfredo da Costa, mas o plano é igual na Grécia: até ao fim do ano, o governo quer fechar 50 hospitais: em vez de 130 ficarão 80. Quem pode paga no privado, quem não pode que se lixe.
Vem defender o Serviço Nacional de Saúde: terça-feira, dia 10 às 19h30, vamos abraçar a MAC: http://www.facebook.com/events/322409931158800/
Vem defender o Serviço Nacional de Saúde: terça-feira, dia 10 às 19h30, vamos abraçar a MAC: http://www.facebook.com/events/322409931158800/
sábado, 7 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
O FMI mata
O suicídio de Dimitris Christoulas, reformado grego a quem o governo de traidores e a troika assassina cortaram a pensão e possibilidade de sobrevivência, é um acontecimento que a televisão grega omite e cujo velório a polícia reprime violentamente.
Vigília em Atenas transforma-se em motim após suicídio de septuagenário
A nota escrita deixada por Christoulas e os motivos expressos são censurados ou eufemizados em jornais europeus: Greek mourners: it was not suicide, it was financial murder
“O governo de ocupação aniquilou-me literalmente qualquer possibilidade de sobrevivência dado que o meu rendimento era inteiramente proveniente de uma pensão que eu, sem qualquer suporte de ninguém nem do Estado, financiei durante 35 anos.
Porque a minha idade me impede de assumir uma acção radical (se não fosse isso, se um cidadão decidisse lutar com uma Kalashnikov, eu seria o primeiro a segui-lo), não me resta nenhuma solução excepto colocar um fim decente à minha vida antes de ser forçado a procurar comida nos caixotes do lixo e de ser um peso para os meus filhos.
Eu acredito que a juventude sem futuro brevemente se erguerá [ele literalmente diz: “empunhará armas”] e enforcará todos os traidores nacionais de cabeça para baixo, como os Italianos fizeram a Mussolini em 1945 [Piazzale Loreto, Milão]."de Portugal Uncut
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Fascistas à vista
Milhares de pessoas gaseadas pela polícia em Barcelona no dia da Greve Geral de 29 de Março.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Intimidação
Se as autoridades conseguirem confinar os jornalistas a uma área "segura" atrás da polícia, depois sentem-se no "direito" de prender os que fugirem do redil, como neste exemplo em que, ao contrário do habitual (segundo é dito), o fotógrafo não acata e exige os seus direitos. Note-se como o "mic humano" funciona como palavra de ordem imediata e força de pressão.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Ocupar o Chiado
fonte: TVI
Em causa os confrontos na greve geral e notificações por pintura de cartazes
Por: tvi24 / CLC | 2- 4- 2012 21: 22
Dezenas de pessoas pintaram hoje 20 cartazes no Chiado, Lisboa, uma iniciativa que surgiu depois de a polícia ter notificado judicialmente duas mulheres que pintavam um cartaz na rua, disse à agência Lusa uma das manifestantes.
De acordo com Raquel Varela, a 24 de março passado, duas mulheres da Associação ComuniDária, uma organização sem fins lucrativos pela promoção da igualdade da população em risco de exclusão social, foram notificadas por dois agentes policiais enquanto faziam «um cartaz branco, pintado a cor-de-rosa», onde se lia «Todas somos empregadas domésticas».
sábado, 31 de março de 2012
O significado de uma carga policial
A propósito da repressão do dia 22 em Lisboa
Manuel Raposo - Quinta-feira, 29 Março, 2012
Publicado em: Jornal Mudar de Vida
Foi preciso que dois jornalistas apanhassem umas valentes bordoadas da polícia, no dia da greve geral, para que a comunicação social viesse clamar contra a brutalidade e o “excesso” das forças repressivas. Bem vindos, senhores jornalistas, ao clube dos que apanham da polícia – não por prazer de vos ver sovados, mas porque essa é uma das realidades do país, e que não é de agora. Nestas ocasiões, com efeito, é bom lembrar às memórias selectivas que várias outras cargas policiais fizeram vítimas entre manifestantes, sindicalistas e pacíficos cidadãos nos últimos tempos sem que nenhuma onda de indignação se levantasse na comunicação social empresarial e sem que se considerasse que as liberdades estavam a ser espezinhadas.
Manuel Raposo - Quinta-feira, 29 Março, 2012 Publicado em: Jornal Mudar de Vida
Foi preciso que dois jornalistas apanhassem umas valentes bordoadas da polícia, no dia da greve geral, para que a comunicação social viesse clamar contra a brutalidade e o “excesso” das forças repressivas. Bem vindos, senhores jornalistas, ao clube dos que apanham da polícia – não por prazer de vos ver sovados, mas porque essa é uma das realidades do país, e que não é de agora. Nestas ocasiões, com efeito, é bom lembrar às memórias selectivas que várias outras cargas policiais fizeram vítimas entre manifestantes, sindicalistas e pacíficos cidadãos nos últimos tempos sem que nenhuma onda de indignação se levantasse na comunicação social empresarial e sem que se considerasse que as liberdades estavam a ser espezinhadas.
Galeria das vítimas
Afinal, o tal estivador que alegadamente tinha, ou lançou, um petardo foi absolvido, noticia o Público em 30 de Março, voltando a contar a mesma cantiga sobre os factos não ocorridos e repetindo erradamente que ficaram feridas apenas 3 pessoas, dois jornalistas e um polícia. Ora vamos lá contar quantos vimos.
Última hora: Agentes da PSP processados por carga na manifestação
Agentes das Equipas de Intervenção Rápida (EIR) da polícia deverão enfrentar processos disciplinares e a PSP será aconselhada a alterar os procedimentos em futuros protestos.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/agentes-da-psp-processados-por-carga-na-manifestacao=f715983#ixzz1qeYh2tZB
e não só...
Agentes das Equipas de Intervenção Rápida (EIR) da polícia deverão enfrentar processos disciplinares e a PSP será aconselhada a alterar os procedimentos em futuros protestos.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/agentes-da-psp-processados-por-carga-na-manifestacao=f715983#ixzz1qeYh2tZB
Arménio ultrapassa todos pela direita
fonte: RTP
CGTP e Plataforma 15 de Outubro polemizam sobre manifestações
RTP30 Mar, 2012, 18:12 / atualizado em 30 Mar, 2012, 18:22
Mário Cruz, Lusa
Arménio Carlos criticou duramente a Plataforma 15 de Outubro (P 15-O), cuja manifestação fora atacada pela polícia no dia da greve geral. Tiago Castelhano, da P 15-O, responde que o secretário-geral da CGTP parece querer criminalizar uma parte do movimento contra a política de austeridade.
Segundo Arménio Carlos, citado pela Agência Lusa, a manifestação convocada pela P 15-O constituiu "uma manobra para tentar associar a luta dos trabalhadores em Portugal àquilo que se tem passado na Grécia e, mais uma vez, estamos a ser confrontados com uma desinformação orquestrada, porque na Grécia o que aconteceu não tem nada a ver com a luta dos trabalhadores ou do movimento sindical grego, foram sempre iniciativas organizadas por outras entidades, nalguns casos com infiltrados da polícia, para denegrirem a luta dos trabalhadores".
CGTP e Plataforma 15 de Outubro polemizam sobre manifestações
RTP30 Mar, 2012, 18:12 / atualizado em 30 Mar, 2012, 18:22
Mário Cruz, Lusa
Arménio Carlos criticou duramente a Plataforma 15 de Outubro (P 15-O), cuja manifestação fora atacada pela polícia no dia da greve geral. Tiago Castelhano, da P 15-O, responde que o secretário-geral da CGTP parece querer criminalizar uma parte do movimento contra a política de austeridade.
Segundo Arménio Carlos, citado pela Agência Lusa, a manifestação convocada pela P 15-O constituiu "uma manobra para tentar associar a luta dos trabalhadores em Portugal àquilo que se tem passado na Grécia e, mais uma vez, estamos a ser confrontados com uma desinformação orquestrada, porque na Grécia o que aconteceu não tem nada a ver com a luta dos trabalhadores ou do movimento sindical grego, foram sempre iniciativas organizadas por outras entidades, nalguns casos com infiltrados da polícia, para denegrirem a luta dos trabalhadores".
sexta-feira, 30 de março de 2012
Vamos ao Chiado pintar cartazes?
Vídeo aqui: http://youtu.be/K-p5w-uXz14
Site da Associação ComuniDária: http://www.comunidaria.org/
Não podemos permitir que isso se torne norma implícita. Defendamos os nosssos direitos constitucionais, ou daqui a muito pouco tempo nem sequer nos poderemos manifestar, nem ninguém terá coragem de o fazer. O efeito das cargas policiais é imediato: inibir as pessoas comuns de se manifestar. Contra o medo que nos querem incutir, há que responder enquanto é tempo.
Levamos cartões, tintas e pincéis ou feltros grossos, e câmaras de filmar. QUEM ALINHA?
quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
«Um canalha é um canalha»
António Borges, a face arrogante e cruel da burguesia
Pedro Goulart - Segunda-feira, 26 Março, 2012
Recentemente, o governo PSD/CDS encarregou António Borges de acompanhar o processo das privatizações e das Parcerias Público Privadas. E escusado será referir que Borges está ideologicamente sintonizado com Passos Coelho, Vítor Gaspar, Álvaro Santos Pereira…
Para avaliarmos bem as tarefas que esperam António Borges, assim como o carácter do homem responsável pela supervisão destes processos e os objectivos da classe que representa, é importante conhecer algumas passagens do discurso por ele proferidas, em meados de Março, no encerramento de uma conferência do INSEAD (Instituto Europeu de Administração de Negócios).
domingo, 25 de março de 2012
Gerações unidas
fonte: Correio da Manhã
Protagonistas da crise de 1962 aprovam moção contra "violência policial"
Estudantes da crise académica de 1962, incluindo o ex-Presidente da república Jorge Sampaio, aprovaram hoje uma moção de repúdio pelos actos de violência policial de quinta-feira e enviaram um protesto aos principais órgãos de soberania.
24 Março 2012
A moção foi aprovada na sequência de um almoço, na cantina da Cidade Universitária, em Lisboa, que hoje reuniu mais de 400 estudantes que há 50 anos realizaram "luto académico" após uma carga policial na alameda do Campo Grande.
"Há dois dias, vimos nas televisões as imagens de polícias carregando de novo sobre jovens, com uma violência desmedida e desproporcionada. Mais vimos o espancamento de jornalistas, pondo em risco a isenta cobertura da carga policial", refere a moção hoje lida por Maria João Gerardo e Artur Pinto, da comissão organizadora do evento de hoje, para mais 400 pessoas, que aplaudiram o texto.
Protagonistas da crise de 1962 aprovam moção contra "violência policial"
Estudantes da crise académica de 1962, incluindo o ex-Presidente da república Jorge Sampaio, aprovaram hoje uma moção de repúdio pelos actos de violência policial de quinta-feira e enviaram um protesto aos principais órgãos de soberania.
24 Março 2012
A moção foi aprovada na sequência de um almoço, na cantina da Cidade Universitária, em Lisboa, que hoje reuniu mais de 400 estudantes que há 50 anos realizaram "luto académico" após uma carga policial na alameda do Campo Grande.
"Há dois dias, vimos nas televisões as imagens de polícias carregando de novo sobre jovens, com uma violência desmedida e desproporcionada. Mais vimos o espancamento de jornalistas, pondo em risco a isenta cobertura da carga policial", refere a moção hoje lida por Maria João Gerardo e Artur Pinto, da comissão organizadora do evento de hoje, para mais 400 pessoas, que aplaudiram o texto.
sábado, 24 de março de 2012
Repressão da liberdade de informação
fonte: JN
Centena de jornalistas concentraram-se em frente à PSP
Publicado ontem; NUNO MIGUEL ROPIO
Cerca de uma centena de jornalistas protestaram, esta sexta-feira, em frente à Direção Nacional da PSP, em Lisboa, contra a violência exercida por agentes da Polícia contra os jornalistas que cobriram a manifestação da Plataforma 15 de Outubro, no Chiado, inserida na greve geral.

Jornalistas começaram a juntar-se à porta da Direcção Nacional da PSP. foto VÍTOR RIOS/GLOBAL IMAGENS
O grupo responsável pela organização desta concentração, ocorrida ao início da tarde, acabou por ser recebido pelo diretor-adjunto da PSP, Paulo Lucas, a quem entregou uma carta de protesto.
Segundo a jornalista Ana Leiria, aquele responsável lamentou os episódios de violência de que foram alvos os fotojornalistas Patrícia Melo Moreira, da agência France Presse (AFP), e José Sena Goulão, da agência Lusa, que esteve neste protesto, ainda em convalescença.
Centena de jornalistas concentraram-se em frente à PSP
Publicado ontem; NUNO MIGUEL ROPIO
Cerca de uma centena de jornalistas protestaram, esta sexta-feira, em frente à Direção Nacional da PSP, em Lisboa, contra a violência exercida por agentes da Polícia contra os jornalistas que cobriram a manifestação da Plataforma 15 de Outubro, no Chiado, inserida na greve geral.
Jornalistas começaram a juntar-se à porta da Direcção Nacional da PSP. foto VÍTOR RIOS/GLOBAL IMAGENS
O grupo responsável pela organização desta concentração, ocorrida ao início da tarde, acabou por ser recebido pelo diretor-adjunto da PSP, Paulo Lucas, a quem entregou uma carta de protesto.
Segundo a jornalista Ana Leiria, aquele responsável lamentou os episódios de violência de que foram alvos os fotojornalistas Patrícia Melo Moreira, da agência France Presse (AFP), e José Sena Goulão, da agência Lusa, que esteve neste protesto, ainda em convalescença.
Violência de Estado
fonte: Público
Plataforma 15 de Outubro acusa Governo de querer criminalizar movimentos sociais
23.03.2012 - 19:12 Por Lusa

Activistas dizem que houve "policiais infiltrados" na manifestação da plataforma 15 de Outubro (Pedro Cunha)
A plataforma 15 de Outubro, que promoveu a manifestação de quinta-feira onde ocorreu uma carga policial, acusa o Governo de pretender criminalizar os movimentos sociais em Portugal.
“Somos pacíficos mas estão a tratar-nos como se fossemos um bando de terroristas e criminosos”, afirmou o porta-voz do grupo, Tiago Castelhano, numa conferência de imprensa realizada nesta sexta-feira à tarde junto à escadaria da Assembleia da República.
Plataforma 15 de Outubro acusa Governo de querer criminalizar movimentos sociais
23.03.2012 - 19:12 Por Lusa
Activistas dizem que houve "policiais infiltrados" na manifestação da plataforma 15 de Outubro (Pedro Cunha)
A plataforma 15 de Outubro, que promoveu a manifestação de quinta-feira onde ocorreu uma carga policial, acusa o Governo de pretender criminalizar os movimentos sociais em Portugal.
“Somos pacíficos mas estão a tratar-nos como se fossemos um bando de terroristas e criminosos”, afirmou o porta-voz do grupo, Tiago Castelhano, numa conferência de imprensa realizada nesta sexta-feira à tarde junto à escadaria da Assembleia da República.
sexta-feira, 23 de março de 2012
Salazar ressuscitado
Já não há liberdade de manifestação nem de imprensa, as multidões são corridas a cassetete.
Mas o bastão está virado ao contrário! para deixar marcas. A agredida é a fotógrafa Patrícia de Melo Moreira (AFP), que tirou esta fotografia, entre outras:
Fotos de El País, via 5 dias.
Um fotógrafo da Lusa - José Sena Goulão - também foi agredido pela polícia, como se vê em vários noticiários televisivos. Está por provar que os manifestantes tenham provocado a polícia; ou seriam infiltrados policiais como da outra vez? Mas já arranjaram um culpado. A versão oficial da RTP dá a entender que quem agrediu os jornalistas foram os manifestantes; e omite que houve manifestantes feridos, que outras fontes dizem ser dezenas...
Em dia de greve geral, também no Porto polícias infiltrados provocaram agressões, como também noticia a SIC.
Mas o bastão está virado ao contrário! para deixar marcas. A agredida é a fotógrafa Patrícia de Melo Moreira (AFP), que tirou esta fotografia, entre outras:
Fotos de El País, via 5 dias.
Um fotógrafo da Lusa - José Sena Goulão - também foi agredido pela polícia, como se vê em vários noticiários televisivos. Está por provar que os manifestantes tenham provocado a polícia; ou seriam infiltrados policiais como da outra vez? Mas já arranjaram um culpado. A versão oficial da RTP dá a entender que quem agrediu os jornalistas foram os manifestantes; e omite que houve manifestantes feridos, que outras fontes dizem ser dezenas...
Em dia de greve geral, também no Porto polícias infiltrados provocaram agressões, como também noticia a SIC.
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