Se as autoridades conseguirem confinar os jornalistas a uma área "segura" atrás da polícia, depois sentem-se no "direito" de prender os que fugirem do redil, como neste exemplo em que, ao contrário do habitual (segundo é dito), o fotógrafo não acata e exige os seus direitos. Note-se como o "mic humano" funciona como palavra de ordem imediata e força de pressão.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
Ocupar o Chiado
fonte: TVI
Em causa os confrontos na greve geral e notificações por pintura de cartazes
Por: tvi24 / CLC | 2- 4- 2012 21: 22
Dezenas de pessoas pintaram hoje 20 cartazes no Chiado, Lisboa, uma iniciativa que surgiu depois de a polícia ter notificado judicialmente duas mulheres que pintavam um cartaz na rua, disse à agência Lusa uma das manifestantes.
De acordo com Raquel Varela, a 24 de março passado, duas mulheres da Associação ComuniDária, uma organização sem fins lucrativos pela promoção da igualdade da população em risco de exclusão social, foram notificadas por dois agentes policiais enquanto faziam «um cartaz branco, pintado a cor-de-rosa», onde se lia «Todas somos empregadas domésticas».
sábado, 31 de março de 2012
O significado de uma carga policial
A propósito da repressão do dia 22 em Lisboa
Manuel Raposo - Quinta-feira, 29 Março, 2012
Publicado em: Jornal Mudar de Vida
Foi preciso que dois jornalistas apanhassem umas valentes bordoadas da polícia, no dia da greve geral, para que a comunicação social viesse clamar contra a brutalidade e o “excesso” das forças repressivas. Bem vindos, senhores jornalistas, ao clube dos que apanham da polícia – não por prazer de vos ver sovados, mas porque essa é uma das realidades do país, e que não é de agora. Nestas ocasiões, com efeito, é bom lembrar às memórias selectivas que várias outras cargas policiais fizeram vítimas entre manifestantes, sindicalistas e pacíficos cidadãos nos últimos tempos sem que nenhuma onda de indignação se levantasse na comunicação social empresarial e sem que se considerasse que as liberdades estavam a ser espezinhadas.
Manuel Raposo - Quinta-feira, 29 Março, 2012 Publicado em: Jornal Mudar de Vida
Foi preciso que dois jornalistas apanhassem umas valentes bordoadas da polícia, no dia da greve geral, para que a comunicação social viesse clamar contra a brutalidade e o “excesso” das forças repressivas. Bem vindos, senhores jornalistas, ao clube dos que apanham da polícia – não por prazer de vos ver sovados, mas porque essa é uma das realidades do país, e que não é de agora. Nestas ocasiões, com efeito, é bom lembrar às memórias selectivas que várias outras cargas policiais fizeram vítimas entre manifestantes, sindicalistas e pacíficos cidadãos nos últimos tempos sem que nenhuma onda de indignação se levantasse na comunicação social empresarial e sem que se considerasse que as liberdades estavam a ser espezinhadas.
Galeria das vítimas
Afinal, o tal estivador que alegadamente tinha, ou lançou, um petardo foi absolvido, noticia o Público em 30 de Março, voltando a contar a mesma cantiga sobre os factos não ocorridos e repetindo erradamente que ficaram feridas apenas 3 pessoas, dois jornalistas e um polícia. Ora vamos lá contar quantos vimos.
Última hora: Agentes da PSP processados por carga na manifestação
Agentes das Equipas de Intervenção Rápida (EIR) da polícia deverão enfrentar processos disciplinares e a PSP será aconselhada a alterar os procedimentos em futuros protestos.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/agentes-da-psp-processados-por-carga-na-manifestacao=f715983#ixzz1qeYh2tZB
e não só...
Agentes das Equipas de Intervenção Rápida (EIR) da polícia deverão enfrentar processos disciplinares e a PSP será aconselhada a alterar os procedimentos em futuros protestos.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/agentes-da-psp-processados-por-carga-na-manifestacao=f715983#ixzz1qeYh2tZB
Arménio ultrapassa todos pela direita
fonte: RTP
CGTP e Plataforma 15 de Outubro polemizam sobre manifestações
RTP30 Mar, 2012, 18:12 / atualizado em 30 Mar, 2012, 18:22
Mário Cruz, Lusa
Arménio Carlos criticou duramente a Plataforma 15 de Outubro (P 15-O), cuja manifestação fora atacada pela polícia no dia da greve geral. Tiago Castelhano, da P 15-O, responde que o secretário-geral da CGTP parece querer criminalizar uma parte do movimento contra a política de austeridade.
Segundo Arménio Carlos, citado pela Agência Lusa, a manifestação convocada pela P 15-O constituiu "uma manobra para tentar associar a luta dos trabalhadores em Portugal àquilo que se tem passado na Grécia e, mais uma vez, estamos a ser confrontados com uma desinformação orquestrada, porque na Grécia o que aconteceu não tem nada a ver com a luta dos trabalhadores ou do movimento sindical grego, foram sempre iniciativas organizadas por outras entidades, nalguns casos com infiltrados da polícia, para denegrirem a luta dos trabalhadores".
CGTP e Plataforma 15 de Outubro polemizam sobre manifestações
RTP30 Mar, 2012, 18:12 / atualizado em 30 Mar, 2012, 18:22
Mário Cruz, Lusa
Arménio Carlos criticou duramente a Plataforma 15 de Outubro (P 15-O), cuja manifestação fora atacada pela polícia no dia da greve geral. Tiago Castelhano, da P 15-O, responde que o secretário-geral da CGTP parece querer criminalizar uma parte do movimento contra a política de austeridade.
Segundo Arménio Carlos, citado pela Agência Lusa, a manifestação convocada pela P 15-O constituiu "uma manobra para tentar associar a luta dos trabalhadores em Portugal àquilo que se tem passado na Grécia e, mais uma vez, estamos a ser confrontados com uma desinformação orquestrada, porque na Grécia o que aconteceu não tem nada a ver com a luta dos trabalhadores ou do movimento sindical grego, foram sempre iniciativas organizadas por outras entidades, nalguns casos com infiltrados da polícia, para denegrirem a luta dos trabalhadores".
sexta-feira, 30 de março de 2012
Vamos ao Chiado pintar cartazes?
Vídeo aqui: http://youtu.be/K-p5w-uXz14
Site da Associação ComuniDária: http://www.comunidaria.org/
Não podemos permitir que isso se torne norma implícita. Defendamos os nosssos direitos constitucionais, ou daqui a muito pouco tempo nem sequer nos poderemos manifestar, nem ninguém terá coragem de o fazer. O efeito das cargas policiais é imediato: inibir as pessoas comuns de se manifestar. Contra o medo que nos querem incutir, há que responder enquanto é tempo.
Levamos cartões, tintas e pincéis ou feltros grossos, e câmaras de filmar. QUEM ALINHA?
quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
«Um canalha é um canalha»
António Borges, a face arrogante e cruel da burguesia
Pedro Goulart - Segunda-feira, 26 Março, 2012
Recentemente, o governo PSD/CDS encarregou António Borges de acompanhar o processo das privatizações e das Parcerias Público Privadas. E escusado será referir que Borges está ideologicamente sintonizado com Passos Coelho, Vítor Gaspar, Álvaro Santos Pereira…
Para avaliarmos bem as tarefas que esperam António Borges, assim como o carácter do homem responsável pela supervisão destes processos e os objectivos da classe que representa, é importante conhecer algumas passagens do discurso por ele proferidas, em meados de Março, no encerramento de uma conferência do INSEAD (Instituto Europeu de Administração de Negócios).
domingo, 25 de março de 2012
Gerações unidas
fonte: Correio da Manhã
Protagonistas da crise de 1962 aprovam moção contra "violência policial"
Estudantes da crise académica de 1962, incluindo o ex-Presidente da república Jorge Sampaio, aprovaram hoje uma moção de repúdio pelos actos de violência policial de quinta-feira e enviaram um protesto aos principais órgãos de soberania.
24 Março 2012
A moção foi aprovada na sequência de um almoço, na cantina da Cidade Universitária, em Lisboa, que hoje reuniu mais de 400 estudantes que há 50 anos realizaram "luto académico" após uma carga policial na alameda do Campo Grande.
"Há dois dias, vimos nas televisões as imagens de polícias carregando de novo sobre jovens, com uma violência desmedida e desproporcionada. Mais vimos o espancamento de jornalistas, pondo em risco a isenta cobertura da carga policial", refere a moção hoje lida por Maria João Gerardo e Artur Pinto, da comissão organizadora do evento de hoje, para mais 400 pessoas, que aplaudiram o texto.
Protagonistas da crise de 1962 aprovam moção contra "violência policial"
Estudantes da crise académica de 1962, incluindo o ex-Presidente da república Jorge Sampaio, aprovaram hoje uma moção de repúdio pelos actos de violência policial de quinta-feira e enviaram um protesto aos principais órgãos de soberania.
24 Março 2012
A moção foi aprovada na sequência de um almoço, na cantina da Cidade Universitária, em Lisboa, que hoje reuniu mais de 400 estudantes que há 50 anos realizaram "luto académico" após uma carga policial na alameda do Campo Grande.
"Há dois dias, vimos nas televisões as imagens de polícias carregando de novo sobre jovens, com uma violência desmedida e desproporcionada. Mais vimos o espancamento de jornalistas, pondo em risco a isenta cobertura da carga policial", refere a moção hoje lida por Maria João Gerardo e Artur Pinto, da comissão organizadora do evento de hoje, para mais 400 pessoas, que aplaudiram o texto.
sábado, 24 de março de 2012
Repressão da liberdade de informação
fonte: JN
Centena de jornalistas concentraram-se em frente à PSP
Publicado ontem; NUNO MIGUEL ROPIO
Cerca de uma centena de jornalistas protestaram, esta sexta-feira, em frente à Direção Nacional da PSP, em Lisboa, contra a violência exercida por agentes da Polícia contra os jornalistas que cobriram a manifestação da Plataforma 15 de Outubro, no Chiado, inserida na greve geral.

Jornalistas começaram a juntar-se à porta da Direcção Nacional da PSP. foto VÍTOR RIOS/GLOBAL IMAGENS
O grupo responsável pela organização desta concentração, ocorrida ao início da tarde, acabou por ser recebido pelo diretor-adjunto da PSP, Paulo Lucas, a quem entregou uma carta de protesto.
Segundo a jornalista Ana Leiria, aquele responsável lamentou os episódios de violência de que foram alvos os fotojornalistas Patrícia Melo Moreira, da agência France Presse (AFP), e José Sena Goulão, da agência Lusa, que esteve neste protesto, ainda em convalescença.
Centena de jornalistas concentraram-se em frente à PSP
Publicado ontem; NUNO MIGUEL ROPIO
Cerca de uma centena de jornalistas protestaram, esta sexta-feira, em frente à Direção Nacional da PSP, em Lisboa, contra a violência exercida por agentes da Polícia contra os jornalistas que cobriram a manifestação da Plataforma 15 de Outubro, no Chiado, inserida na greve geral.
Jornalistas começaram a juntar-se à porta da Direcção Nacional da PSP. foto VÍTOR RIOS/GLOBAL IMAGENS
O grupo responsável pela organização desta concentração, ocorrida ao início da tarde, acabou por ser recebido pelo diretor-adjunto da PSP, Paulo Lucas, a quem entregou uma carta de protesto.
Segundo a jornalista Ana Leiria, aquele responsável lamentou os episódios de violência de que foram alvos os fotojornalistas Patrícia Melo Moreira, da agência France Presse (AFP), e José Sena Goulão, da agência Lusa, que esteve neste protesto, ainda em convalescença.
Violência de Estado
fonte: Público
Plataforma 15 de Outubro acusa Governo de querer criminalizar movimentos sociais
23.03.2012 - 19:12 Por Lusa

Activistas dizem que houve "policiais infiltrados" na manifestação da plataforma 15 de Outubro (Pedro Cunha)
A plataforma 15 de Outubro, que promoveu a manifestação de quinta-feira onde ocorreu uma carga policial, acusa o Governo de pretender criminalizar os movimentos sociais em Portugal.
“Somos pacíficos mas estão a tratar-nos como se fossemos um bando de terroristas e criminosos”, afirmou o porta-voz do grupo, Tiago Castelhano, numa conferência de imprensa realizada nesta sexta-feira à tarde junto à escadaria da Assembleia da República.
Plataforma 15 de Outubro acusa Governo de querer criminalizar movimentos sociais
23.03.2012 - 19:12 Por Lusa
Activistas dizem que houve "policiais infiltrados" na manifestação da plataforma 15 de Outubro (Pedro Cunha)
A plataforma 15 de Outubro, que promoveu a manifestação de quinta-feira onde ocorreu uma carga policial, acusa o Governo de pretender criminalizar os movimentos sociais em Portugal.
“Somos pacíficos mas estão a tratar-nos como se fossemos um bando de terroristas e criminosos”, afirmou o porta-voz do grupo, Tiago Castelhano, numa conferência de imprensa realizada nesta sexta-feira à tarde junto à escadaria da Assembleia da República.
sexta-feira, 23 de março de 2012
Salazar ressuscitado
Já não há liberdade de manifestação nem de imprensa, as multidões são corridas a cassetete.
Mas o bastão está virado ao contrário! para deixar marcas. A agredida é a fotógrafa Patrícia de Melo Moreira (AFP), que tirou esta fotografia, entre outras:
Fotos de El País, via 5 dias.
Um fotógrafo da Lusa - José Sena Goulão - também foi agredido pela polícia, como se vê em vários noticiários televisivos. Está por provar que os manifestantes tenham provocado a polícia; ou seriam infiltrados policiais como da outra vez? Mas já arranjaram um culpado. A versão oficial da RTP dá a entender que quem agrediu os jornalistas foram os manifestantes; e omite que houve manifestantes feridos, que outras fontes dizem ser dezenas...
Em dia de greve geral, também no Porto polícias infiltrados provocaram agressões, como também noticia a SIC.
Mas o bastão está virado ao contrário! para deixar marcas. A agredida é a fotógrafa Patrícia de Melo Moreira (AFP), que tirou esta fotografia, entre outras:
Fotos de El País, via 5 dias.
Um fotógrafo da Lusa - José Sena Goulão - também foi agredido pela polícia, como se vê em vários noticiários televisivos. Está por provar que os manifestantes tenham provocado a polícia; ou seriam infiltrados policiais como da outra vez? Mas já arranjaram um culpado. A versão oficial da RTP dá a entender que quem agrediu os jornalistas foram os manifestantes; e omite que houve manifestantes feridos, que outras fontes dizem ser dezenas...
Em dia de greve geral, também no Porto polícias infiltrados provocaram agressões, como também noticia a SIC.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Ilegitimidade
fonte: Público
Manifestação a 22 de Março
Plataforma 15 de Outubro queixa-se de perseguição e critica políticas do Governo
20.03.2012 - 16:04 Por Lusa
A Plataforma 15 de Outubro diz-se vítima de perseguição policial e judicial e considera que as políticas do actual Governo contra a crise são ilegítimas, defendendo um referendo ou eleições antecipadas até ao final do ano.
domingo, 18 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Próxima manifestação
25.º COMUNICADO DE IMPRENSA - 29 DE FEVEREIRO - MANIFESTAÇÃO DIA 22 DE MARÇO, ÀS 16H, DO ROSSIO ATÉ S. BENTO
Tal como já anunciado na semana passada, a Plataforma 15 de Outubro vem reiterar a convocação de uma manifestação, agora já com percurso e hora marcados: esta ocorrerá dia 22 de Março, às 16h, a partir da Praça do Rossio, rumo a S. Bento, seguida de assembleia popular.
Reafirmamos assim, no contexto de uma greve geral, a indignação da população perante os ataques injustos e anticonstitucionais do governo de Passos Coelho/Portas que, subserviente aos ditames da Troika, está admitidamente a mergulhar o país na pobreza.
http://www.15deoutubro.net/pagina-inicial/1-docs/635-ci25-29fev-manifestacao-22marco-rossio-s-bento.html
Tal como já anunciado na semana passada, a Plataforma 15 de Outubro vem reiterar a convocação de uma manifestação, agora já com percurso e hora marcados: esta ocorrerá dia 22 de Março, às 16h, a partir da Praça do Rossio, rumo a S. Bento, seguida de assembleia popular.
Reafirmamos assim, no contexto de uma greve geral, a indignação da população perante os ataques injustos e anticonstitucionais do governo de Passos Coelho/Portas que, subserviente aos ditames da Troika, está admitidamente a mergulhar o país na pobreza.
http://www.15deoutubro.net/pagina-inicial/1-docs/635-ci25-29fev-manifestacao-22marco-rossio-s-bento.html
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Somos todos gregos!
Sábado 18 de Fevereiro – Dia de Mobilização Internacional e solidariedade com o povo grego.
http://realdemocracygr.wordpress.com/solidarity-demonstrations/
Somos todxs gregxs!
LISBOA 18.02 Praça do Rossio, 18h - http://www.facebook.com/events/234418199983422/
COIMBRA 18.02 Praça da república, 18h - https://www.facebook.com/events/299370426791022/
INTERNACIONAL18.02 - http://www.facebook.com/events/300173683376937/
E também na segunda-feira, dia 20:
LISBOA - http://www.facebook.com/events/151000555019135/
PORTO - http://www.facebook.com/events/151000555019135/
Quando um povo é atacado, todos os povos são atacados.
A 10 de Fevereiro, o governo grego não eleito adoptou um hediondo e destrutivo plano de austeridade, aprovado pelo parlamento (199 deputados votaram a favor, contra os restantes 101) no dia 12 de Fevereiro.
As novas medidas de austeridade impõem uma redução de 22% no salário mínimo, que estará congelado durante os próximos 3 anos; a contratação colectiva foi simplesmente eliminada; 15 mil trabalhadores serão despedidos e 150 mil postos de trabalho serão destruídos pela não renovação de contratos…
O povo da Grécia está a erguer-se de forma corajosa contra estas políticas de terror social. Com o silêncio mudo dos meios de comunicação social, manifestações, bem como greves gerais, tornam-se mais e mais frequentes apesar da violenta repressão.
O povo da Grécia necessita da solidariedade internacional e chamam pelo nosso apoio. [1]
Respondamos à sua chamada. Somos todxs gregxs!
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Stop Acta (2)
fonte: ionline
Por Joana Azevedo Viana, publicado em 16 Fev 2012 - 03:10
Líder do Parlamento Europeu teceu críticas ao acordo dois dias depois de protestos em 130 cidades
Joseph Daul, líder do Partido Popular Europeu (PPE), foi o primeiro a dizê-lo: “ACTA c’est fini.” (o ACTA está acabado). As palavras do eurodeputado surgiram depois de manifestações durante o fim-de-semana em 130 cidades de 30 dos 39 países envolvidos nas negociações do Acordo Comercial Anticontrafacção, protestando contra um tratado transnacional negociado “secretamente” e que, na prática, equivalia ao fim da privacidade online e da livre troca de informações.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Partilhar não é roubar
"Partilhar não é roubar”
Manifestantes no Marquês de Pombal pela "liberdade da rede"
"Partilhar não é roubar", "ACTA, não!" e "ACTA is watching you" [O ACTA está a ver-te] são alguns dos slogans que várias dezenas de pessoas envergavam em cartazes, esta manhã, no Marquês de Pombal, em Lisboa.
11 Fevereiro 2012
Em causa está o Acordo Comercial Anticontrafacção (ACTA, na sigla em inglês), criado com o objectivo de proteger os direitos de propriedade e intelectual, muitas vezes partilhados via internet, mas visto com receio pelos cibernautas, que dizem que o acordo vai acabar com muitos dos direitos de quem 'anda na rede'.
A preocupação de Guilherme Oliveira, que se deslocou hoje ao Marquês de Pombal, é o impacto que a lei vai ter na difusão de medicamentos genéricos. "Na forma actual, os medicamentos são lançados no mercado e, depois de certo período de tempo, cai o título de direitos de autor e as empresas podem começar a fazê-los, o que faz com que o preço baixe bastante", explica o estudante de Medicina.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
STOP ACTA
fonte: ionline
Por Márcia Oliveira, publicado em 9 Fev 2012 - 03:10
Estão marcadas cerca de 100 manifestações. Em Portugal, os locais escolhidos são Lisboa e Porto
No dia 11 de Fevereiro está marcada uma acção internacional de protesto contra o Anti-Counterfeiting Trade Agreement (ACTA), um novo projecto de lei antipirataria. À semelhança do Stop Online Piracy Act (SOPA) e do Protect IP Act (PIPA), o ACTA pretende uniformizar as medidas de combate à violação dos direitos de autor a nível mundial.
A proposta vai ser votada em Junho no Parlamento Europeu (PE) mas já foi assinada por 22 países da União Europeia, incluindo Portugal.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Em Madrid: Eu não pago
fonte: Madrid2noticias.com
La Policía blinda el centro de Madrid contra Yo No Pago y detiene a cinco personas
La fuerte presencia policial no ha impedido que un grupo de activistas consiguiese "colarse" en el Metro de Madrid. Según la Policía, ha habido cinco detenciones.
Madrid2noticias | 01/02/2012
Las fuerzas de Seguridad de Madrid han blindado a partir de las 19 horas de este miércoles el centro de la capital. Con el objetivo de impedir que las personas que habían decidido sumarse al movimiento "Yo no Pago", que invitaba a "colarse" en el Metro de Madrid como protesta contra los recortes, llevaran a cabo su acción, decenas de furgonetas de la Policía Nacional y Municipal han presidiado la entrada a varias paradas del suburbano.
domingo, 22 de janeiro de 2012
21-1-12
fonte: Público
Nacionalistas provocam confrontos em manifestação contra medidas de austeridade
21.01.2012 - 17:51 Por Catarina Gomes
Protestos contra o Governo voltaram a ouvir-se em Lisboa (Miguel Manso/foto iphone)
Cerca de 1500 pessoas percorreram neste sábado as ruas do Marquês de Pombal até ao Parlamento, em Lisboa. Os protestos são contras as medidas de austeridade e o que estão a fazer à vida dos portugueses, resume Gonçalo Fonseca, que falou em nome da Plataforma 15 de Outubro, que junta 41 movimentos independentes.
Cerca de 1500 pessoas percorreram neste sábado as ruas do Marquês de Pombal até ao Parlamento, em Lisboa. Os protestos são contras as medidas de austeridade e o que estão a fazer à vida dos portugueses, resume Gonçalo Fonseca, que falou em nome da Plataforma 15 de Outubro, que junta 41 movimentos independentes.
sábado, 21 de janeiro de 2012
É hoje
fonte: TVI
«Indignados» saem à rua para mostrar «fúria»
Manifestação convocada pela Plataforma 15 de Outubro é este sábado, pelas 15:00 em Lisboa e em Braga
Por: tvi24 / PO | 21- 1- 2012 9: 44
A Plataforma 15 de Outubro apela aos portugueses para que hoje saiam à rua para demonstrarem «indignação» e «fúria» aos «ataques» dos direitos laborais e condições de vida.
David Santos, da Plataforma 15 de Outubro, apelava, assim, à participação na manifestação que o movimento organiza este sábado, a partir das 15:00, entre o Marquês de Pombal e a Assembleia da República, em Lisboa.
«Indignados» saem à rua para mostrar «fúria»
Manifestação convocada pela Plataforma 15 de Outubro é este sábado, pelas 15:00 em Lisboa e em Braga
Por: tvi24 / PO | 21- 1- 2012 9: 44
A Plataforma 15 de Outubro apela aos portugueses para que hoje saiam à rua para demonstrarem «indignação» e «fúria» aos «ataques» dos direitos laborais e condições de vida.
David Santos, da Plataforma 15 de Outubro, apelava, assim, à participação na manifestação que o movimento organiza este sábado, a partir das 15:00, entre o Marquês de Pombal e a Assembleia da República, em Lisboa.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Amanhã vamos à rua
fonte: TVI
Indignados: nova manifestação no sábado
Plataforma 15 de Outubro apela à colaboração da polícia
Por: Redacção / CP | 19- 1- 2012 13: 41
A Plataforma 15 de Outubro, que integra o movimento dos indignados, apelou aos portugueses para que saiam à rua, no sábado, para demonstrarem a «indignação» e «fúria» aos «ataques» dos direitos laborais e condições de vida.
David Santos, da Plataforma 15 de Outubro, apela à participação na manifestação que o movimento organiza no sábado à tarde, entre o Marquês de Pombal e a Assembleia da República, em Lisboa.
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